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sexta-feira, 28 de abril de 2017

RIO SÃO FRANCISCO:

  • Geração de energia?
  • Irrigação?
  • Abastecimento humano ( transposição)?
  • Turismo?

















A partir desta quarta-feira, 26 de abril, a operação dos reservatórios de Sobradinho e Xingó, no rio São Francisco, passará a obedecer nova determinação. A Agência Nacional de Águas (ANA), por meio da Resolução nº 742/2017, publicada hoje no Diário Oficial da União (DOU), estabelece novas defluências para os dois reservatórios: 600m³/s de média diária e 570m³/s de vazão instantânea (a cada medição). A nova regra vigerá até 30 de novembro de 2017.

A nova resolução determina, ainda, que a prática de descargas médias diárias inferiores a 700m³/s e instantâneas de até 665m³/s deverá ser precedida de autorização do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).

A medida busca preservar ao máximo os estoques de água dos reservatórios da bacia do rio São Francisco até o final do período seco e início do período chuvoso, por meio da utilização da média diária como critério para vazão defluente mínima. Ao adotar este critério – já adotado em outras bacias como a do rio Paraíba do Sul, por exemplo – é possível reduzir em cerca de 4% a perda do volume útil de Sobradinho – maior reservatório da bacia com 28.669hm³ de volume útil dentro do período de vigência das novas regras de operação.

A bacia do rio São Francisco vem enfrentando condições hidrológicas adversas nos últimos anos, com vazões e chuvas abaixo da média. Isso tem causado a redução dos níveis de armazenamento dos reservatórios instalados na bacia, o que tem levado a ações de flexibilização das vazões mínimas defluentes dos reservatórios.

Neste contexto, a ANA vem autorizando a redução da vazão mínima defluente abaixo de 1.300 m³/s (patamar mínimo adotado em situações de normalidade) tanto em Sobradinho quanto em Xingó desde a Resolução ANA nº 442/2013, quando o piso do volume de água liberado caiu para 1.100m³/s. Com a Resolução nº 206/2015, em abril, foram mantidos os 1.100m³/s, mas o documento permitiu a redução para 1.000m³/s nos períodos de carga leve: dias úteis e sábados de 0h a 7h e durante todo o dia aos domingos e feriados.

Em 29 de junho de 2015 a Resolução nº 713/2015 permitiu a redução do patamar mínimo para 900m³/s. A redução para 800m³/s se deu com a publicação da Resolução nº 66/2016, em 28 de janeiro, e este piso foi adotado até 31 de outubro do ano passado. O patamar atual, de 700m³/s, foi estabelecido com a Resolução ANA nº 1.283/2016. Além da permissão da ANA, o IBAMA expediu à CHESF a Autorização Especial nº 08/2016 para executar testes de redução da vazão defluente a partir da hidrelétrica de Sobradinho até o limite mínimo de 700m³/s. Esta vazão mínima foi mantida pela Resolução ANA nº 347/2017, cuja vigência seria até 30 de abril.

A Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (CHESF) é a instituição responsável por operacionalizar a redução temporária determinada nas resoluções ANA e está sujeita à fiscalização da Agência. A empresa também deve dar publicidade às informações acerca da operação aos usuários da bacia hidrográfica e ao Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) durante o período de vigência do normativo.

Saiba mais sobre a operação dos reservatórios do rio São Francisco na Sala de Situação da ANA: http://www2.ana.gov.br/Paginas/servicos/saladesituacao/v2/saofrancisco.aspx

Sobradinho

A hidrelétrica de Sobradinho fica na Bahia, a 748km da foz do rio São Francisco. Além da geração de energia, o reservatório cumpre o papel de regularização dos recursos hídricos da região, que abrange munícipios como Juazeiro (BA) e Petrolina (PE). Operada pela CHESF, a hidrelétrica tem potência instalada de 1.050.300kW e seu reservatório tem capacidade de armazenamento de 34,1 bilhões de metros cúbicos – maior da bacia do São Francisco.

Xingó

Localizada entre Alagoas e Sergipe, a hidrelétrica de Xingó também é operada pela Companhia Hidroelétrica do São Francisco. Com capacidade de armazenamento de 3,8 bilhões de metros cúbicos em seu reservatório, Xingó tem uma potência instalada de 3.162.000kW. A hidrelétrica está a 179km da foz do São Francisco, entre os municípios de Piaçabuçu (AL) e Brejo Grande (SE).

Rio São Francisco

O rio São Francisco nasce na Serra da Canastra (MG), e chega a sua foz, no Oceano Atlântico, entre Alagoas e Sergipe, percorrendo cerca de 2.800 km, passando por Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. A área possui 503 municípios e engloba parte do Semiárido, que corresponde a aproximadamente 58% dessa região hidrográfica, que está dividida em quatro unidades: Alto, Médio, Submédio e Baixo São Francisco.


Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco
Em 25/04/2017, o volume útil do Reservatório Equivalente da Bacia do Rio São Francisco era 10.122hm³, o que equivale a 21,31% do seu volume útil total. Na mesma data do ano passado o armazenamento era de 33,41% do volume útil.
A vazão afluente ao reservatório de Três Marias foi de 111m³/s e a vazão liberada, de 248m³/s. No mês de abril, a vazão afluente média ao reservatório de Três Marias é de 136m³/s e a vazão liberada média, de 224m³/s.
A vazão afluente ao reservatório de Sobradinho foi de 690m³/s e a vazão liberada, de 767m³/s. No mês de abril, a vazão afluente média ao reservatório de Sobradinho é de 823m³/s e a vazão liberada média, de 767m³/s.
A vazão afluente ao reservatório de Itaparica foi de 650m³/s e a vazão liberada, de 671m³/s. No mês de abril, a vazão afluente média ao reservatório de Itaparica é de 713m³/s e a vazão liberada média, de 663m³/s.
A vazão liberada pelo reservatório de Xingó foi de 708m³/s e a vazão liberada média no mês de abril é de 704m³/s.

A Região Hidrográfica São Francisco possui aproximadamente 638.466 km² de área (7,5% do território nacional), abrangendo os seguintes estados: Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Goiás e o Distrito Federal. O rio São Francisco nasce em Minas Gerais, na Serra da Canastra, e chega a sua foz, no Oceano Atlântico, entre Alagoas e Sergipe, percorrendo cerca de 2.800 km de extensão. A área possui 503 municípios e engloba parte do semiárido, que corresponde a aproximadamente 58% dessa região hidrográfica, que está dividida em quatro unidades: Alto São Francisco, Médio São Francisco, Submédio São Francisco e Baixo São Francisco.
A parte do semiárido nordestino apresenta períodos críticos de prolongadas estiagens, resultado da baixa pluviosidade e alta evapotranspiração. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a precipitação média anual na Região é de 1.003 mm, muito abaixo da média nacional, de 1.761 mm. A disponibilidade hídrica superficial é 1.886 m³/s, o que corresponde a 2,07% da disponibilidade superficial do país (91.071 m³/s). A vazão média é de 2.846 m³/s (1,58% da vazão média nacional, de 179.516 m³/s), e a vazão de retirada (demanda total), de 278 m³/s (9,8% da demanda nacional).
Com relação aos usos, há predomínio de retirada para irrigação (213,7 m³/s), que representa 77% do total de demandas na Região. A irrigação é seguida pela demanda urbana, com 31,3 m³/s (11%), concentrada principalmente na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e industrial com 19,8 m³/s (7%). A demanda animal da região é de 10,2 m³/s (4%) e a rural, de 3,7 m³/s (1%). A Região do São Francisco tem importante papel na geração de energia elétrica, com potencial instalado, em 2013, de 10.708 MW (12% do total do País). Destacam-se as usinas de Xingó (3.162 MW), Paulo Afonso IV (2.462 MW), Luiz Gonzaga (1.479 MW) e Sobradinho (1.050 MW). O aproveitamento hidrelétrico do Rio São Francisco representa a base de suprimento de energia do Nordeste.
Sobradinho e Xingó
Desde 2013, a bacia do rio São Francisco vem enfrentando condições hidrológicas adversas, com vazões e precipitações abaixo da média, com consequências nos níveis de armazenamento dos reservatórios instalados na bacia. Por isso, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) vem solicitando à ANA autorização para flexibilizar a regra de descargas mínimas de Sobradinho e Xingó.
A ANA vem autorizando a redução da vazão mínima defluente abaixo de 1.300 m³/s (patamar mínimo em situações de normalidade) tanto em Sobradinho quanto em Xingó desde a Resolução ANA nº 442/2013, quando o piso caiu para 1.100m³/s. Com a Resolução ANA nº 206/2015, em abril, foram mantidos os 1.100m³/s, mas o documento permitiu a redução para 1.000m³/s nos períodos de carga leve: dias úteis e sábados de 0h a 7h e durante todo o dia aos domingos e feriados. Em 29 de junho de 2015 a Resolução ANA nº 713/2015 reduziu o patamar mínimo para 900m³/s. A redução para 800m³/s se deu com a publicação da Resolução ANA nº 66, em 28 de janeiro de 2016 e este piso foi adotado até 31 de outubro do mesmo ano. O patamar atual, de 700m³/s, foi estabelecido com a Resolução ANA nº 1.283 e mantido até abril pela Resolução ANA nº 224/2017. O atual normativo, Resolução ANA nº 742/2017, reduz a defluência mínima média diária para 600m³/s, admitindo a prática de 570m³/s de vazão instantânea (a cada medição) até 30 de novembro de 2017.
As regras de operação dos reservatórios são revisadas periodicamente e novas resoluções são publicadas com os valores das vazões mínimas fixadas e a vigência da regra. Cabe à ANA definir as regras de operação de reservatórios a fim de garantir os usos múltiplos das águas, em articulação com o ONS em reservatórios de hidrelétricas. Fazem parte do Grupo de Acompanhamento do São Francisco representantes de diversas instituições, como a ANA, o ONS, a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), prefeitos, irrigantes, entre outros.
De acordo com as resoluções da ANA sobre as vazões defluentes mínimas, a Chesf, responsável pela operação dos reservatórios, está sujeita à fiscalização da Agência. A Companhia também deve dar publicidade às informações técnicas da operação aos usuários da bacia e ao Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco durante o período de vazões defluentes mínimas reduzidas.
Três Marias
Segundo maior reservatório na calha do rio São Francisco, Três Marias (MG) desempenha um papel fundamental de regularização do manancial, pois está na parte mais alta da bacia e permite que a água armazenada seja liberada para o trecho a jusante (rio abaixo) em períodos de seca. Assim como acontece com Sobradinho, Três Marias tem sofrido uma redução de seu volume acumulado em função das condições hidrológicas adversas com vazões e chuvas abaixo da média. Por isso, a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), responsável pela operação da barragem, vem reduzindo a vazão mínima defluente desde março de 2014, quando caiu de 350 para 220m³/s.
Após ajustes na captação de água da cidade de Pirapora (MG), a jusante de Três Marias, o patamar mínimo de defluência pôde ser reduzido para 180m³/s em julho de 2014. Desde então, a CEMIG promoveu outras reduções da defluência mínima de Três Marias, chegando à vazão mínima defluente de 80m³/s em fevereiro de 2015, aproveitando o volume das vazões incrementais (adicionais proporcionadas por chuvas e entrada de água de afluentes, por exemplo). O patamar voltou a subir e em maio passou de 200 para 300m³/s.
Para aumentar a transferência de água para Sobradinho de modo a reduzir a sua taxa de deplecionamento (queda no nível do reservatório), em setembro a vazão subiu para 500m³/s. No entanto, no início de dezembro caiu para 400m³/s com a permanência das baixas afluências. No fim de dezembro, houve outra redução, desta vez para 350m³/s. Em janeiro de 2016 aconteceram mais três reduções das defluências: para 300, 250 e 150m³/s. Diferente do que acontece em Sobradinho, Três Marias não possui descarga de fundo, ou seja, não pode liberar água por gravidade abaixo de seu volume útil.

quarta-feira, 26 de abril de 2017


Projeto brasileiro de energia solar está na final de concurso internacional 



Fonte: https://www.sciencecanchangetheworld.org/


Dois países da América Latina estão bem posicionados no Bright Minds Challenge, desafio global criado pela DSM em conjunto com várias empreas e instituições para buscar soluções inovadoras em energia solar e armazenamento de energia. Dos três projetos finalistas, um é do Brasil (Solar Ear) e um é da Argentina (Inquimae) - o outro é da Tanzânia (Cellulike).

Estes projetos disputam um pacote de treinamento personalizado nas áreas comercial, técnica e orientação para ajudá-los a trazer seus protótipos de produtos para o mercado o mais rápido possível. Em junho, o vencedor será anunciado e receberá 500 horas de apoio personalizado (equivalente a mais US$ 100 mil) para avançar rapidamente com sua solução.

"A DSM acredita que a ciência pode mudar o mundo e, por meio das suas empresas, cria soluções para melhorar a vida das pessoas atualmente e para as gerações futuras. Como sabemos que existem muitas mentes brilhantes e ainda desconhecidas em todo o mundo, com grandes ideias e soluções para os principais problemas da humanidade, a DSM quer ajudar a transformar projetos em realidade", afirma o presidente da DSM na América Latina, Maurício Adade.

O Bright Minds Challenge foi criado pela DSM, empresa global baseada na ciência, com atividades nas áreas de saúde, nutrição e material, juntamente com a Accenture; Centro Nacional Chinês de Supervisão e Inspeção da Qualidade de Produtos Solares Fotovoltaicos (CPVT); Greentown Labs; Laboratório Nacional de Energia Renovável do Departamento de Energia dos Estados Unidos, Centro de Empreendedorismo Social da Skoll; Universidade de Oxford; Solarcentury; SolarAid e Sungevity.




APARELHOS AUDITIVOS SOLAR POWERED

Hoje, menos de 3% dos 624 milhões de pessoas que precisam de um aparelho auditivo podem pagar um, com um preço inicial de 1500 Euros. Dois terços vivem em países em desenvolvimento, mas menos de 12% de todos os aparelhos auditivos vendidos podem ser encontrados nestes Países. Uma das deficiências, que interrompe o processo é uma bateria de aparelho auditivo. Uma bateria de aparelho auditivo custa cerca de 1 euro e dura 1 semana. Isso torna muito caro (mais de 400 euros ao longo da vida de um auxílio) e muitas vezes uma pessoa em um país em desenvolvimento que vivem em um ambiente rural não pode encontrar uma bateria. Nossos trabalhadores surdos, e / ou HIV-AIDS positivos e / ou em cadeira de rodas e com apenas uma educação de 9ª série, INVENTARAM, mas não patentearam a primeira bateria de aparelho auditivo recarregável que custa 1 euro mas dura de 2 a 3 anos. Para carregar esta bateria eles inventaram um recarregador alimentado solar. Este carregador pode cobrar durante a noite nossa bateria de aparelho auditivo recarregável que se encaixa em 90% de todos os aparelhos auditivos BTE de nossos concorrentes, além de nossos aparelhos auditivos aprovados pela FDA, CE começam a um custo de menos de 100 Euros. Podemos vender nossos aparelhos auditivos recarregáveis, carregadores solares e baterias de aparelhos auditivos recarregáveis ​​a um preço menor do que as pessoas pagariam por baterias sozinhas, além de poupar mais de 200.000.000 de baterias de aparelhos auditivos de ser jogado fora a cada ano. Nós também transferimos nossa tecnologia para outras organizações com o mesmo espírito, criando mais empregos para pessoas surdas, além de auxílio de baixo custo para pessoas em outros continentes em uma plataforma de negócios profissional sustentável Podemos vender nossos aparelhos auditivos recarregáveis, carregadores solares e baterias de aparelhos auditivos recarregáveis ​​a um preço menor do que as pessoas pagariam por baterias sozinhas, além de poupar mais de 200.000.000 de baterias de aparelhos auditivos de ser jogado fora a cada ano. Nós também transferimos nossa tecnologia para outras organizações com o mesmo espírito, criando mais empregos para pessoas surdas, além de auxílio de baixo custo para pessoas em outros continentes em uma plataforma de negócios profissional sustentável Podemos vender nossos aparelhos auditivos recarregáveis, carregadores solares e baterias de aparelhos auditivos recarregáveis ​​a um preço menor do que as pessoas pagariam por baterias sozinhas, além de poupar mais de 200.000.000 de baterias de aparelhos auditivos de ser jogado fora a cada ano. Nós também transferimos nossa tecnologia para outras organizações com o mesmo espírito, criando mais empregos para pessoas surdas, além de auxílio de baixo custo para pessoas em outros continentes em uma plataforma de negócios profissional sustentável

Como beneficia a sociedade

O filósofo, disse Wittgenstein; "Minha língua é o limite do meu mundo." Nosso objetivo é ajudar as crianças com menos de 3 anos a ter a capacidade de ouvir para que possam aprender a falar e ir a uma escola pública, pois há poucas escolas para surdos nos países em desenvolvimento. Acreditamos que somente através da educação você pode quebrar o ciclo da pobreza. Os custos econômicos, de saúde, sociais e educacionais da exclusão na sociedade para pessoas com deficiência é muito maior do que o preço da inclusão. Pessoas que são surdas, que falam em linguagem gestual, sua coordenação mão-olho é melhor do que 95% das pessoas que são orais. Precisamos de sua capacidade especial para micro-solda os componentes eletrônicos em nosso carregador solar e aparelhos auditivos. Queremos mostrar à sociedade a capacidade das pessoas com deficiência, para que sejam contratadas por outras empresas. Finalmente, 1/3 dos nossos lucros ir para a nossa missão social. Nós temos, baixou a taxa de HIV-AIDS na comunidade surda em Botsuana de 38% para 10%, mudou a política pública na China para as pessoas que são surdas e terá uma construção da paz Missão no Oriente Médio, quando os muçulmanos, cristãos e judeus que são surdos trabalharão em conjunto a fabricação dos produtos de orelha solar. À medida que expandimos do Botswana, do Brasil para a China, cada grupo de trabalhadores surdos melhorou o nosso carregador solar. Ele catalãs iam do sol apenas mediante taxa, para incluir casa semáforo para incluir um telefone celular conexão. Cada nova operação será desafiada a melhorar nosso carregador solar ou a inventar um novo produto recarregável. Mudou a política pública na China para as pessoas surdas e terá uma missão de construção da paz no Oriente Médio, quando muçulmanos, cristãos e judeus que são surdos trabalharão juntos na fabricação dos produtos da orelha solar. À medida que expandimos do Botswana, do Brasil para a China, cada grupo de trabalhadores surdos melhorou o nosso carregador solar. Ele catalãs iam do sol apenas mediante taxa, incluindo a casa semáforo para incluir um telefone celular conexão. Cada nova operação será desafiada a melhorar nosso carregador solar ou a inventar um novo produto recarregável. Mudou a política pública na China para as pessoas surdas e terá uma missão de construção da paz no Oriente Médio, quando muçulmanos, cristãos e judeus que são surdos trabalharão juntos na fabricação dos produtos da orelha solar. À medida que expandimos do Botswana, do Brasil para a China, cada grupo de trabalhadores surdos melhorou o nosso carregador solar. Ele catalãs iam do sol apenas mediante taxa, incluindo a casa semáforo para incluir um telefone celular conexão. Cada nova operação será desafiada a melhorar nosso carregador solar ou a inventar um novo produto recarregável. Para incluir luz doméstica para incluir uma conexão de telefone celular. Cada nova operação será desafiada a melhorar nosso carregador solar ou a inventar um novo produto recarregável. Para incluir luz doméstica para incluir uma conexão de telefone celular. Cada nova operação será desafiada a melhorar nosso carregador solar ou a inventar um novo produto recarregável.



PROCESSO DE EXTRACÇÃO DE LÍTIO PARA ARMAZENAMENTO DE ENERGIA RENOVÁVEL

Nossa inovação é um método eletroquímico que emprega eletrodos tipo bateria de inserção de lítio em um processo seletivo de duas etapas que aplica uma corrente elétrica através de um eletrodo seletivo de lítio e um eletrodo seletivo de cloreto imerso em salmoura natural a partir de salinas. O cloreto de lítio é então libertado pela inversão da polaridade eléctrica com os eléctrodos imersos num electrólito de recuperação. Temos conseguido a prova de conceito, arquivado patentes e, actualmente, estamos desenvolvendo a escala até engenharia electroquímica para a sua aplicação industrial. O processo eletroquímico tem várias vantagens: tempos curtos (horas em vez de meses), baixo consumo de energia usando painéis solares, alta seletividade de lítio sobre sódio necessária para os sais de lítio de bateria e é ambientalmente amigável. Um reator eletroquímico tipo filtro prensa com uma pilha de cátodos alternados de óxido de manganês e lítio reversível a íons de lítio e ânodos de polipirrol reversíveis a íons cloreto, ambos suportados em eletrodos de carbono 3D está sendo ampliado. A salmoura contendo lítio é percorrida perpendicularmente à direção da corrente elétrica. Uma vez que a captura de íons de lítio é um processo de bateria espontânea gerando energia, a eletricidade dos painéis solares é convertida em cloreto de lítio recuperado em uma segunda etapa de eletrólise.

Como beneficia a sociedade

Este é um projeto de armazenamento de energia sustentável a partir de fontes de energia renováveis ​​(solar e eólica) para eletrificação remota, veículos elétricos ecológicos e eletrônica portátil generalizada. A América do Sul tem 65% das reservas mundiais de lítio e 80% de salmouras contendo lítio em salinas de alta altitude: Bolívia (Uyuni), Chile (Atacama) e Argentina (Puna). Na América do Sul, 30 milhões de pessoas não têm acesso à eletricidade, ou seja, um mercado de 7,5 GWh para eletrificação remota baseado em energia solar renovável, que exigirá baterias para armazenamento de energia fora de pico, com vida útil, desde que os painéis solares Mais). As baterias de íon de lítio são bem adequadas para isso. O surgimento de veículos elétricos requer lítio, o metal de bateria mais leve com alta densidade de energia, para substituir os combustíveis fósseis que emitem CO, Partículas e contribuindo para o aquecimento global de CO2. O processo atual de extração de lítio de evaporação a partir de salmouras naturais é muito lento, perde milhões de litros de água por tonelada de carbonato de lítio produzido e libera resíduos de cloreto de sódio e sulfato de magnésio para o meio ambiente. As comunidades locais, os governos locais e as empresas que extraem lítio, fabricando e utilizando baterias de lítio beneficiarão da nossa solução. Também as atividades científicas e tecnológicas locais no novo centro de pesquisa de lítio em Jujuy, na Argentina, atrairão estudantes de doutorado e jovens pesquisadores de todo o mundo. Perdas milhões de litros de água por tonelada de carbonato de lítio produzido e libera resíduos de cloreto de sódio e sulfato de magnésio para o ambiente. As comunidades locais, os governos locais e as empresas que extraem lítio, fabricando e utilizando baterias de lítio beneficiarão da nossa solução. Também as atividades científicas e tecnológicas locais no novo centro de pesquisa de lítio em Jujuy, na Argentina, atrairão estudantes de doutorado e jovens pesquisadores de todo o mundo. Perdas milhões de litros de água por tonelada de carbonato de lítio produzido e libera resíduos de cloreto de sódio e sulfato de magnésio para o ambiente. As comunidades locais, os governos locais e as empresas que extraem lítio, fabricando e utilizando baterias de lítio beneficiarão da nossa solução. Também as atividades científicas e tecnológicas locais no novo centro de pesquisa de lítio em Jujuy, na Argentina, atrairão estudantes de doutorado e jovens pesquisadores de todo o mundo.





PLATAFORMA USSD PARA DISTRIBUIÇÃO SOLAR PAYGO MICRO-GRID

Um sistema de distribuição de energia solar de micro-grade no modelo Pay-As-You-Go que é executado na plataforma USSD (Unstructured Supplementary Service Data) (em oposição ao aplicativo móvel: atualmente usado); Impulsionado por agentes da aldeia para eliminar barreiras de escalabilidade: dinheiro móvel, telefones inteligentes e internet

Como beneficia a sociedade


Tanzânia tem 10 milhões de famílias famílias ainda menos que 200.000 foram conectados com os sistemas de casa solar nos últimos 5 anos devido ao uso da plataforma PAYG que não é facilmente escalável. Nossa solução USSD nos permite trabalhar através de agentes de aldeias em suas próprias localidades, portanto, aumentar a escala de PAYG solar para o maior número de famílias de baixa renda é fácil. 1. NÃO. DAS PESSOAS ALCANÇADAS COM PODER: Através dos agentes da aldeia o alcance é exponencial e a distribuição dos benefícios é rápida. 2. EMISSÃO DE CO₂: As famílias hoje usam lâmpadas de querosene e velas para a luz. Os sistemas Solar Home fornecem energia limpa. 3. AJUDA TOTAL AOS DOMICÍLIOS: O custo total da carga de querosene / velas e de telemóveis é estimado em USD 0,5 por dia por família. Nós cobramos USD 0,23 por dia para aluguer de luz solar. 4. HORAS EXTRA DO ESTUDO DA CRIANÇA: Nossos sistemas de casa solar com  duração ilimitada de uso dentro do período de pagamento-em oposição a querosene lâmpadas ou velas que queimam. 5. MELHOR SAÚDE: Os fumos emitidos por lâmpadas de querosene e velas são a principal causa de várias doenças respiratórias em áreas rurais. Nossos sistemas solares ajudam a evitar essas situações. 6. EMPREGO SUSTENTÁVEL: Com a plataforma USSD, a Cellulike trabalhará através de parcerias locais para recrutar e apoiar clientes e instalar dispositivos solares, selecionaremos e capacitaremos as pessoas locais através de treinamento para oferecer o serviço necessário em sua própria localidade. Nossos sistemas solares ajudam a evitar essas situações. 6. EMPREGO SUSTENTÁVEL: Com a plataforma USSD, a Cellulike trabalhará através de parcerias locais para recrutar e apoiar clientes e instalar dispositivos solares, selecionaremos e capacitaremos as pessoas locais através de treinamento para oferecer o serviço necessário em sua própria localidade. Nossos sistemas solares ajudam a evitar essas situações. 6. EMPREGO SUSTENTÁVEL: Com a plataforma USSD, a Cellulike trabalhará através de parcerias locais para recrutar e apoiar clientes e instalar dispositivos solares, selecionaremos e capacitaremos as pessoas locais através de treinamento para oferecer o serviço necessário em sua própria localidade.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Telhado extra dá eficiência energética à casa


Fonte: Site Inovação Tecnológica 




O segredo da eficiência energética está no telhado adicional em formato de V.[Imagem: University of Malaya]

Casa energeticamente eficiente
O professor Wen Tong Chong, da Universidade da Malásia, acredita ter encontrado o projeto ideal para uma casa mais ambientalmente correta em regiões tropicais.
Seu objetivo foi obter um equilíbrio entre um "conflito ambiental" que incomoda os arquitetos: como conciliar a crescente demanda de conforto, com seu natural consumo de energia, e a necessidade de reduzir o consumo de energia por conta das mudanças climáticas.
Usar fontes renováveis de energia e aproveitar as variações naturais do clima parece ser uma resposta adequada, mas falar é mais fácil do que fazer.
Chong então idealizou um telhado superior em formato de V, que se projeta acima do telhado tradicional, criando as condições para gerar energia e aproveitar a iluminação natural.
Telhado inteligente
A estrutura em V coleta o vento e o dirige para uma série de turbinas situadas logo abaixo, gerando eletricidade.
A estrutura também aumenta o fluxo de ar dentro da casa por meio de aberturas construídas no telhado tradicional, melhorando a ventilação natural.
Além disso, um coletor de água da chuva é conectado a um sistema automatizado de resfriamento e limpeza que lava as células solares embutidas no telhado secundário, para manter seu nível de eficiência.
Finalmente, claraboias transparentes iluminam as áreas principais dentro da casa durante o dia, reduzindo a necessidade de iluminação artificial.
A estrutura conta com geradores eólicos, painéis solares com limpeza automática, coletores de água da chuva e tetos solares. [Imagem: University of Malaya]

Ganhos energéticos
Chong afirma que seu telhado adicional poderia suprir as necessidades de uma família de seis pessoas, gerando 21,20 quilowatts (kWh) de energia, e economizando outros 1,84 kWh por conta dos tetos solares.
Além disso, o sistema de ventilação poderia movimentar, em termos anuais, cerca de 217 milhões de metros cúbicos de ar e reduzir as emissões de dióxido de carbono em 17.768 quilogramas, enquanto o coletor de água da chuva poderia coletar cerca de 525 metros cúbicos de água.


              Conhecimento Climático

Princípios fundamentais de Ciência do Clima

fonte:http://www.globalchange.gov






Conhecimento Clima: Princípios essenciais

Ciência clima apresenta informações  consideradas importantes para os indivíduos e as comunidades conhecerem e compreenderem sobre o clima da Terra, impactos das mudanças climáticas, e abordagens para adaptação ou mitigação. Os princípios deste guia pode servem para iniciar discussões ou pontos de referência para investigação científica. 
O guia visa promover maior conhecimento em Ciência do Clima no fornecimento deste quadro de princípios e conceitos educacionais. O guia também pode ajudar  educadores a ensinarem ciência climática de uma maneira a cumprir as normas de conteúdo de seu currículo na área da ciência.
O desenvolvimento deste guia começou em um workshop patrocinado pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) e da Associação Americana para o Avanço
of Science (AAAS). Várias agências de ciência, organizações não governamentais e diversas outras pessoas
Eles também têm contribuído através de uma revisão e comentários específicos. A discussão no workshop sobre Ciências Atmosféricas e conhecimentos sobre clima patrocinada pela National Science Foundation (NSF) -e NOAA-contribuíram substancialmente para o refinamento desse trasbalho.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

A Internet das coisas pode resolver as crises ambientais?

 Fonte:www.greenbiz.com




                                                     Vice-Presidente de Inovação Estratégica Corporativa -Cisco Systems





Este é um trecho editado do livro "  Construindo a Internet das Coisas" (implementar novos modelos de negócios, interromper concorrentes, transformar sua indústria) por Maciej Kranz, publicado por John Wiley & Sons. 
Recentemente, encontrei-me com uma empresa de serviços de água fornecendo água e serviços de águas residuais para uma grande área metropolitana nos Estados Unidos. Discutimos sua abordagem abrangente para garantir um abastecimento de água limpa para a cidade, começando com a proteção de fontes, tratamento de água eo sistema de distribuição.
Pense no seu desafio: independentemente da mistura e concentração de poluentes ou micróbios presentes na fonte de água (um rio), eles devem garantir que eles fornecem um fornecimento consistente e qualidade de água deixando seu sistema para os consumidores. By the way, desde a criação da utilidade há cerca de 80 anos, o número de pessoas que servem quadruplicou.
Não é surpresa que eles se voltaram para a Internet das coisas (IoT) para obter ajuda.
O utilitário começou com a implantação de uma variedade de sensores testando parâmetros físicos, químicos e biológicos. Eles fizeram parceria com uma startup para conectar sensores herdados e coletar os dados gerados por esses sensores em tempo real. Em seguida, eles passaram a implementar diagnósticos diagnósticos, preditivos e prognósticos que os ajudam a gerenciar ativos, garantir a qualidade da água, identificar rapidamente vazamentos de água e também antecipar a quantidade de água necessária na cidade no dia seguinte. Eles estão agora a estudar a adopção de um sistema de realidade aumentada para a preparação para a gestão de emergências.
Estamos todos conscientes dos desafios ambientais que se colocam tanto ao mundo em desenvolvimento como ao mundo desenvolvido. O ar poluído nas cidades, a falta de água potável, resíduos industriais, fontes de energia sujas e ineficientes, para citar alguns. A boa notícia é que a IoT está começando a ajudar em muitas dessas áreas.
As cidades estão implantando sistemas que monitoram a qualidade do ar e os níveis de ruído e podem recomendar ações tão simples quanto regular o tráfego eo acesso dos veículos ao centro da cidade. Governos e cidades estão instalando tsunami, inundações, terremotos ou sistemas de alerta de incêndios. Alguns agricultores da Índia, Sri Lanka, China, Quênia, África do Sul, Estados Unidos e Itália já estão se beneficiando de sistemas de irrigação inteligentes que reduzem o consumo de água, aumentam os rendimentos e melhoram a previsibilidade das culturas nos campos e estufas. Várias cidades da Califórnia estão usando medidores de água inteligentes para monitorar e reduzir o uso de água pelas famílias durante a seca.
Nós todos sabemos quanto alimento está sendo desperdiçado e estragado durante o transporte e o armazenamento impróprios em países pobres e ricos. Quando os empresários combinam o poder da telemática IoT e dos sistemas baseados em nuvem com micro-pagamentos e com as melhores práticas da cadeia de suprimentos (substituindo redes de distribuição informais tradicionais e altamente ineficientes), a transformação resultante da estrutura do mercado pode reduzir drasticamente a deterioração eo custo dos alimentos Para os consumidores.
Empresários, governos, organizações não-governamentais, empresas e instituições de pesquisa estão cada vez mais adaptando as tecnologias IoT às realidades e às estruturas de custo das economias em desenvolvimento.
A chave para o sucesso nestes esforços tem sido não implementar cegamente soluções do mundo desenvolvido, mas sim identificar questões específicas ou usar casos específicos para um determinado país ou região e alavancar as tecnologias IOT combinadas com financiamento criativo e modelos de negócios para abordar eles.
Como resultado, ferramentas de testes de qualidade de água e ar, proteção animal ou sistemas de controle de desmatamento e até mesmo soluções de cozimento indoor estão sendo testadas na África e na Ásia. 
Um dos meus exemplos favoritos foi um piloto da Smart Handpumps Oxford University, no Quênia. Desde que a maioria de povos em África rural começam sua água dos poços usando bombas manuais, certificando-se de que tais bombas trabalham é uma preocupação chave. Para ajudar com esta edição, a equipe de Oxford veio acima com uma solução simples contudo engenhosa. Eles instalaram sensores de movimento nas alças dessas bombas e os conectaram à rede celular. Quando uma bomba pára de funcionar, uma equipe de reparação, que está incented para fazer reparos oportunos, é alertado.
O resultado: o aumento dramático no uptime de bombas e poços. Paralelamente, o sistema também coleta os dados reais de consumo de água que podem ser usados ​​para priorização e planejamento do sistema de água.
Na primavera de 2016, a Alemanha atingiu o marco de fornecer quase todas as suas necessidades energéticas a partir da energia eólica e solar, pelo menos durante parte do dia. Portugal passou quatro dias inteiramente em energia renovável. A Dinamarca estabeleceu registros semelhantes.
A energia eólica tem sido cada vez mais um componente chave da estratégia energética de muitos países, impulsionada pela pegada de carbono e pelas iniciativas de desenvolvimento sustentável. Um parque eólico é um exemplo perfeito de um sistema sofisticado e altamente complexo de IoT em ação que incorpora todos os quatro cenários de retorno rápido.
É uma combinação de sensores, análise preditiva, manutenção preditiva, monitoramento remoto, nevoeiro e nuvem, além de uma miríade de turbinas eólicas conectadas ao que funciona como um único organismo integrado fortemente acoplado à rede elétrica.
Jorge Magalhães, vice-presidente sênior de engenharia e inovação da Vestas, um dos principais fabricantes de turbinas eólicas, resumiu-se perfeitamente: "O IOT nos permite não só combinar, mas correlacionar, insumos múltiplos como previsão do tempo e do vento, demanda esperada Para a eletricidade, desempenho dinâmico atual e uso de componentes e materiais para tomar decisões com antecedência sobre como melhor e quão difícil de executar que turbina no sistema, quando planejar e agendar a manutenção quando é mais economicamente viável.
Nós estamos apenas começando. Do tsunami ou aviso de incêndio, monitoramento e prevenção da poluição do ar para a agricultura inteligente, gestão de alimentos e segurança e, finalmente, para a energia limpa, estou otimista de que as soluções baseadas em IoT podem ajudar a resolver questões ambientais fundamentais em todo o mundo. A chave para seu sucesso é que eles fazem sentido econômico e ajudam o meio ambiente. No entanto, é fundamental que essas soluções técnicas sejam fundamentadas em negócios hiper-locais e realidades culturais, bem como acompanhadas por processos de negócios e inovações estrutura de mercado extremamente necessário em muitos países.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Nordex lança acordo de turbinas de 195 MW no Brasil

Fonte:renewablesnow.com/news/nordex-unveils-195-mw-turbine-deal-in-brazil-565497/


 A alemã Nordex (ETR: NDX1) anunciou hoje que foi contratada para entregar as turbinas eólicas para o projeto eólico de 195 MW de Lagoa do Barro, no Piauí.
A Nordex fornecerá 65 unidades das máquinas AW125 / 3000 para o projeto específico, que prevê a construção de oito parques eólicos individuais.
A empresa alemã espera começar a entregar as turbinas em meados de 2017. Ele vai usar torres produzidas localmente para fazer as máquinas. "Isso reduz o capex, minimiza o impacto ambiental e cria empregos locais", disse Patxi Landa, diretor de vendas da Nordex SE.
Os planejadores do projeto esperam atingir um fator de capacidade acima da média de cerca de 58%, disse a Nordex.
A ordem foi feita pelo projeto local de energia eólica e energia hidrelétrica Atlantic Renewable Energy, que é detida pelo fundo de private equity Actis. Os termos financeiros do acordo não foram divulgados.