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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020




quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020



   CENÁRIO ENERGÉTICO NO BRASIL
(2019 - 2029)


Fonte: oglobo.globo.com

Em dez anos, hidrelétricas perderão espaço na geração de energia para solar e eólica

De acordo com relatório divulgado nesta quarta-feira, energia solar subirá de 2% para 8% da capacidade instalada
Usina Hidrelétrica de São Simão, da SPIC Brasil Foto: Divulgação
Usina Hidrelétrica de São Simão, da SPIC Brasil Foto: Divulgação


Veja aqui - Plano decenal 2019 - 2029
 O governo federal prevê uma redução da participação de usinas hidrelétricas para menos da metade da matriz energética brasileira nos próximos dez anos. Enquanto isso, a energia solar, eólica e usinas térmicas abastecidas com gás natural devem crescer. As informações constam no Plano Decenal de Expansão de Energia, que considera o horizonte 2019-2029. O documento foi lançado nesta terça-feira pelo Ministério de Minas e Energia.
O planejamento energético do país prevê a construção de mais dez usinas hidrelétricas no Brasil até 2029. Como todas as usinas são de pequeno e médio porte, a participação desse tipo de fonte na matriz energética tende a cair.

Apesar do país ainda ter um amplo potencial para gerar energia hidrelétrica, a maior parte dessa capacidade está em terras indígenas e em unidades de conservação, onde hoje não é permitido construir usinas hidrelétricas. As hidrelétriacas planejadas pelo governo estão fora dessas áreas.

A previsão do governo é que as usinas hidrelétricas deixem de responder por 58% da capacidade do país em gerar energia elétrica, e passe a ser responsável por 42% do total da eletricidade disponível no Brasil.

Por outro lado, a previsão é que a energia solar suba quatro vezes, e passe de 2% para 8%. A participação da energia eólica também deve dar um salto, de 9% para 16% da capacidade instalada no país. As usinas térmicas abastecidas com gás natural sairão de 7% para 14% do total da energia gerada no país







sábado, 8 de fevereiro de 2020


Fonte: www.inovacaotecnologica.com.br

Carbono verde
Em busca de uma estratégia sustentável para a obtenção em larga escala de carbono - elemento químico fundamental na produção de cosméticos, plásticos, medicamentos e diversos outros produtos - pesquisadores da Universidade de São Paulo em São Carlos criaram uma técnica inédita, que possibilita a construção de moléculas de interesse industrial por meio do aproveitamento do bagaço da cana-de-açúcar.
A ideia é substituir o petróleo como fonte do carbono por fontes renováveis. Vários países estipularam como meta para as próximas décadas a substituição de 20% a 30% do carbono proveniente do petróleo por fontes consideradas verdes.
Camila Santos e seus colegas desenvolveram um composto que possui 10 átomos de carbono (C10) e apresenta potencial para ser usado na fabricação de plásticos.
Isso foi possível graças à junção de duas moléculas da valerolactona - líquido incolor obtido a partir do bagaço da cana. Cada molécula da substância possui cinco átomos de carbono.
"Usamos transformações simples e fáceis de serem reproduzidas. O método pode ser aplicado de forma rápida, robusta e com baixo custo", disse o professor Antônio Burtoloso, orientador da equipe, acrescentando que a síntese do C10 leva apenas um dia.
Reaproveitamento do bagaço da cana
De acordo com estudo divulgado em 2017 pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA), o Brasil gerou 166 milhões de toneladas de bagaço na safra 2015/16. Parte da produção acaba sendo descartada e é justamente nesse ponto que o grupo da USP pretende atuar.
"Não precisamos plantar cana-de-açúcar exclusivamente para colher o bagaço. A ideia é aproveitar a parte do resíduo que acaba virando lixo como insumo para a nossa técnica," disse Burtoloso.
Esta linha de pesquisa envolve a construção de moléculas complexas e com maior valor agregado a partir de moléculas mais simples, que podem ser compradas no mercado. A possibilidade de desenvolver moléculas no laboratório contribui para a preservação ambiental quando a extração de determinada substância da natureza gera prejuízos aos recursos naturais.
Bibliografia:

Artigo: Synthesis of long-chain polyols from the Claisen condensation of λ-valerolactone
Autores: Camila S. Santos, Caio C. S. P. Soares, Adriano S. Vieira, Antonio C. B. Burtoloso
Revista: Green Chemistry
Vol.: 23
DOI: 10.1039/C9GC03343B

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020



NOVOS CAMINHOS PARA A INOVAÇÃO NO BRASIL







INOVAÇÃO E INVESTIMENTO EMPRESARIAL 

"Inovação é a criação de novos produtos ou processos de produção ou o aprimoramento significativo de produtos e processos já existentes. Esse conceito traz vários significados implícitos. O mais importante é que a inovação, como produto ou processo produtivo, precisa ser introduzida no mercado para ser uma inovação. Uma invenção ou uma nova tecnologia não é uma inovação até que se torne um produto (ou processo) colocado no mercado por uma empresa. Nesse sentido, portanto, o agente econômico responsável por realizar a inovação é a empresa, e não um indivíduo ou uma instituição de pesquisa. O segundo significado implícito importante está relacionado com a novidade. Uma inovação não precisa ser algo completamente novo. Pelo contrário, boa parte das inovações são incrementais: aprimoramentos e melhorias de tecnologias e produtos já existentes. Se do lado da produção científica o Brasil obteve alguns avanços significativos, do lado da inovação empresarial os resultados dos últimos anos não parecem ser tão expressivos. Dois indicadores são fundamentais para essa análise: o número de empresas que criam novos produtos e processos (que inovam, portanto) e o valor que essas empresas investem para criar essas inovações. Para inovar, empresas investem recursos em pessoas, equipamentos e pesquisas capazes de criar novos produtos ou processos produtivos mais eficientes. O investimento empresarial em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) é, do ponto de vista da empresa, um insumo do processo inovativo. Do ponto de vista do país, contudo, é um bom indicador de resultado das suas políticas. Efetivamente, aumentar o investimento empresarial em P&D tem sido um objetivo de políticas de inovação em vários países, justamente porque esse investimento tem o potencial de gerar mais inovações e competitividade para a economia. Além disso, o investimento em P&D por parte das empresas é necessário até mesmo para que elas sejam capazes de absorver tecnologias desenvolvidas externamente"



terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Brasil ficou 14% mais eficiente energeticamente em 13 anos






O Brasil ficou 14% mais eficiente energeticamente entre 2005 e 2018, com destaque para os setores residencial e de transportes. Os dados fazem parte do  atlas  da Eficiência Energética 2019, divulgado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) na última semana. 
A eficiência energética no país é medida pelo ODEX, índice que de conservação de energia que considera a variação de indicadores de consumo e pondera em relação ao peso no consumo.



Políticas de eficiência energética (breve histórico)


Os programas governamentais brasileiros para eficiência energética datam de 1984, conforme Figura 1. O Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE/1984), coordenado pelo INMETRO, foi o pioneiro. As etiquetas comparativas de desempenho energético dos equipamentos fornecem informações sobre o consumo específico dos produtos, orientando a escolha dos consumidores. Este programa, além de colaborar na educação do cidadão, estimula a fabricação de produtos com maior nível de eficiência energética. O número de equipamentos inclui sistemas fotovoltaicos, veículos leves e edificações.. 





Comparação da renovalibidade da matriz brasileira:
 (com o mundo e países da OCDE)


terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Fonte:https://www.saberatualizadonews.com


Em um estudo de revisão publicado no periódico Bulletin of Science, Technology & Society (1), o pesquisador Norte-Americano James Powell - em associação com o National Physical Science Consortium (uma organização sem fins lucrativos nos EUA composta pelas principais universidades, laboratórios, corporações e agências governamentais voltadas para o ensino superior no campo das Ciências Físicas) - mostrou que o consenso entre os cientistas atestando o aquecimento global antropogênico como um fato científico cresceu para 100%, baseado na análise de 11602 artigos revisados por pares sobre as mudanças climáticas publicados nos primeiros 7 meses de 2019. As evidências acumuladas até o momento são inegáveis: as atividades humanas estão impactando perigosamente o clima global, em particular devido às crescentes emissões de gases estufas e consequente exacerbação do efeito estufa atmosférico.
Desde que Manabe & Wetherald (1967) mostraram via um simples modelo computacional que ao se dobrar a concentração de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera a temperatura global subiria em cerca de 2°C (menor do que as atuais estimativas, mas não por muito), as evidências corroborando a Teoria do Aquecimento Global Antropogênico (AGA) rapidamente se acumularam nas décadas seguintes. A partir da década de 1970, um primeiro consenso entre os cientistas climáticos emergiu defendendo que a AGA era real e preocupante. A preocupação científica alcançou o nível governamental, o que culminou na primeira e famosa Convenção-Quadro sobre o Clima, evento que foi sediado no Rio de Janeiro, em junho de 1992. E o objetivo do encontro: "Alcançar a estabilização das concentrações de gases estufas na atmosfera a um nível que preveniria perigosas interferências antropogênicas com o sistema climático."

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(2) Leitura recomendada: Modelos climáticos e as Nuvens: Por que os negacionistas insistem nessas teclas?

Mas como ações para frear as emissões de gases estufas, especialmente CH4 e CO2, batem de frente com a poderosa indústria dos combustíveis fósseis, uma pesada campanha de negacionismo climático começou a ser fomentada e financiada, apoiada especialmente em cientistas céticos quanto à realidade da AGA. À medida que os argumentos dos cientistas céticos foram sendo derrubados, restaram apenas os negacionistas, os quais começaram a usar pseudo-ciência para sustentar ideologias pessoais ou ideias ultrapassadas. Com a atividade solar mostrando-se totalmente não associada com o aquecimento global do pós-industrial no decorrer do século XXI, "argumentações" ridículas começaram a emergir dos negacionistas climáticos, como a ideia de que o efeito estufa atmosférico não existiria. Nos últimos anos, nenhum trabalho científico negando a AGA foi publicado em periódicos de alta qualidade, como a Nature e a Science. Estudos de revisão em 2013 e em 2016 encontraram consensos entre cientistas climáticos ativos (publicando trabalhos científicos na área) sobre a AGA que aumentou de 97% para 99,94%.
Nesse sentido, no novo estudo, foram analisados 11602 artigos científicos revisados por pares publicados de 1 de janeiro de 2019 até o início de Agosto sobre 'aquecimento global' e 'mudanças climáticas', através do banco de dados do Web of Science. Enquanto alguns poucos trabalhos científicos questionavam o quão acurado eram as previsões da teoria AGA, nenhum a rejeitou ou usou as incertezas associadas para rejeitá-la. O acumulado de trabalhos - especialmente aqueles publicados em periódicos de grande impacto - não deixou dúvidas: não existe mais espaço para o negacionismo. A velha desculpa do "Não existe consenso!" não vale mais. A AGA é um fato científico, e isso precisa ficar bem claro para a população.

(1) Publicação do estudo: SAGE



quarta-feira, 8 de janeiro de 2020


2020 será o ano do carro elétrico, dizem analistas do setor




Mini, Vauxhall Corsa e Fiat 5oo se juntarão ao mercado europeu de EV em rápida expansão

Um Mini elétrico.Novas regras da UE 
penalizarão as montadoras por emissões excessivas de CO2. 
Fotografia: Sascha Steinbach / EPA


As montadoras da Europa estão se preparando para fazer de 2020 o ano do carro elétrico, de acordo com analistas automotivos, com uma onda de novos modelos sendo lançados enquanto os maiores fabricantes do mundo lutam para reduzir as emissões de dióxido de carbono de seus produtos.
Os modelos elétricos anteriores foram direcionados principalmente para nichos de mercado, mas em 2020 haverá o lançamento de modelos elétricos emblemáticos com nomes conhecidos, como o Mini, o Vauxhall Corsa e o Fiat 500.
O número de modelos de veículos elétricos (VE) disponíveis para compradores europeus saltará de menos de 100 para 175 até o final de 2020, segundo a empresa de dados IHS Markit. Até 2025, haverá mais de 330, com base em uma análise dos anúncios da empresa.
A nova oferta atenderá a um mercado em rápida expansão, à medida que a demanda por veículos movidos a gasolina diminui gradualmente . As vendas de veículos elétricos no Reino Unido aumentarão de 3,4% de todos os veículos vendidos em 2019 para 5,5% em 2020 - ou de 80.000 neste ano para 131.000 em 2020 - segundo previsões da Bloomberg New Energy Finance. Até 2026, as vendas de veículos elétricos representarão um quinto das vendas no Reino Unido, mostram as previsões. Previsões semelhantes da LMC Automotive sugerem que 540.000 carros elétricos serão vendidos em toda a UE em 2020, acima dos 319.000 ao longo de 2019.
As novas regras da União Europeia entrarão em vigor em 1º de janeiro, que penalizará fortemente as montadoras se as emissões médias de dióxido de carbono dos carros que venderem subirem acima de 95g por quilômetro. Se as montadoras excederem esse limite, elas terão que pagar uma multa de € 95 (£ 79) por cada grama acima da meta, multiplicada pelo número total de carros que vendem.
A fatura de excesso de emissões teria sido de £ 28,6 bilhões nos números de vendas de 2018, de acordo com análise da consultoria automotiva Jato Dynamics, ilustrando a extensão da mudança exigida pelas montadoras em um curto período de tempo. O analista da Jato, Felipe Muñoz, disse que ainda haverá grandes multas, já que as empresas continuam vendendo carros com motor de combustão interna lucrativos e lutam para reduzir os preços dos veículos elétricos para paridade com seus pares de combustíveis fósseis.
"É muito difícil para as montadoras mudarem a infraestrutura de fabricação em um período tão curto de tempo", disse Muñoz.
No entanto, alguns analistas adotam uma visão mais cética da indústria que gerou o escândalo Dieselgate, no qual a Volkswagen e a Daimler demonstraram ter deliberadamente enganado os regulamentos de emissões . As montadoras fizeram lobby com sucesso por uma regra que significa que os carros que emitem menos de 50g de dióxido de carbono por quilômetro são elegíveis para os chamados supercréditos, uma política controversa que significa que todo veículo elétrico vendido conta como dois carros. Isso facilita para as montadoras atingirem suas metas, mesmo que as emissões médias de seus carros sejam realmente mais altas do que as regras estipuladas.
"Muita ação foi adiada até que [as montadoras] precisassem", disse Julia Poliscanova, diretora de veículos limpos do grupo de campanha Transportes e Meio Ambiente. "O que eles planejam produzir é mais ou menos o que precisam para atingir suas metas de CO 2 ".
Vários novos modelos de carros elétricos serão colocados à venda a tempo de se qualificar para os regulamentos da UE. Em novembro, o primeiro dos carros ID.3 da Volkswagen lançou uma nova linha de produção elétrica em Zwickau, no leste da Alemanha, capaz de produzir 330.000 veículos por ano até 2021. Chegará o primeiro dos modelos Mini Electric da BMW , fabricados em Oxford. em showrooms em março. A Vauxhall, de propriedade do Grupo PSA da França, começará a produção do seu Corsa-e em janeiro, com as vendas começando em março.
As vendas de veículos elétricos puros ainda serão diminuídas pelas de carros com motores convencionais de combustíveis fósseis, além de híbridos que usam tanto a bateria quanto a energia de combustão interna. No entanto, é provável que o aumento de veículos elétricos contribua para reduções significativas de preços, já que as montadoras competem por compradores além dos primeiros adotantes dispostos a pagar um prêmio.
Os consultores da Deloitte estimam que o mercado chegará a um ponto de inflexão em 2022, quando o custo de propriedade de um carro elétrico estiver a par dos seus equivalentes de motores de combustão interna. Uma pesquisa separada do Conselho Internacional sobre Transporte Limpo sugeriu que esse já era o caso em fevereiro em cinco países europeus, incluindo o Reino Unido .
No Reino Unido, alguns motoristas preocupados com o curto alcance de veículos elétricos com uma única tarifa não poderão adquiri-los até que o desenvolvimento da infraestrutura de cobrança se espalhe por todo o país . No entanto, escândalos como Dieselgate tornaram os investidores "profundamente conscientes" da necessidade de aumentar as vendas de energia elétrica e cumprir com os regulamentos de emissões, de acordo com Arlene Ewing, diretora do gerente de patrimônio Brewin Dolphin.
"A marca é toda da montadora e o não cumprimento do prazo pode afetar adversamente a marca, a reputação e, finalmente, as vendas", disse ela. "Nós vimos isso antes. Os consumidores tendem a ser leais à marca. ”
A crescente demanda dos consumidores também se infiltrou nos carros elétricos usados: o site de anúncios da CarGurus descobriu que os preços de alguns modelos de segunda mão aumentaram em 2019. Tom Leathes, executivo-chefe da plataforma de vendas de carros rivais Motorway, disse que o mercado estava crescendo "extremamente". rápido ”, apesar das complicações de vender carros que incluem baterias alugadas separadamente.
"Esperamos que esse segmento cresça ano a ano por pelo menos mais 10 anos, pois a participação da elétrica no mercado de carros novos continua a crescer exponencialmente", afirmou Leathes.

Cinco carros elétricos a serem observados em 2020


Volkswagen ID.3
Preço: abaixo de £ 26.000, faixa: 205 milhas, com vencimento no início de 2020

O veículo de terceira geração do mercado de massa da maior montadora do mundo será seguido rapidamente pelo SUV ID.4, na mesma plataforma de veículos elétricos, e a produção será neutra em carbono, afirma a VW.
Vauxhall Corsa-e
Preço: £ 26.490, alcance: 209 milhas, com vencimento em abril de 2020

Junto com o Mini, o Corsa é um dos primeiros best-sellers perenes do Reino Unido a obter uma reforma elétrica. Ele compartilha suas partes principais com o e-208 da Peugeot, outro dos principais superminis do Grupo PSA.
Tesla Model Y
Preço: cerca de £ 30.300, faixa: 230 milhas, produção para começar no verão de 2020

O modelo mais recente da empresa que iniciou a corrida de carros elétricos será o Modelo Y, um SUV compacto que pode acomodar sete pessoas. O Modelo Y será construído no mesmo local que uma fábrica de baterias Tesla anunciada recentemente em Berlim.
Ford Mustang Mach-E
Preço: cerca de £ 35.000, faixa: 370 milhas, esperado final de 2020

O Mustang Mach-E é voltado para o mercado de SUV em expansão familiar. O carro será o primeiro veículo totalmente elétrico da montadora americana, que demorou a desenvolver novas fontes de energia.

Preço do Fiat 500 Electric : cerca de £ 28.000, intervalo: tba, com vencimento no final de 2020

A Fiat Chrysler Automobiles tem sido um retardatário de emissões por causa de seu jipe ​​que consome gasolina. O primeiro carro totalmente elétrico da empresa, o redesenhado 500 Electric, será fabricado em sua fábrica Mirafiori, perto de Turim, com uma versão com volante à direita lançada no final do ano.

À medida que a crise climática aumenta ...

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