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quinta-feira, 29 de novembro de 2018


USINAS FOTOVOLTAICAS FLUTUANTES SÃO UMA BOA IDEIA ?


Fonte: https://www.cosol.com.br/blog/usinas-fotovoltaicas-flutuantes-sao-uma-boa-ideia

Por: Gabriel Konzen





INAUGURAÇÃO DO PROTÓTIPO EM BALBINA

A notícia desse projeto ganhou bastante visibilidade nacional, pois, aparentemente, aproveitar uma área alagada, fazendo uma usina dois em um, é uma ideia interessante. Mas, analisando os prós e contras, será que o Brasil teria motivo para investir nesse tipo de usina?
Vamos discutir os principais pontos na sequência.

ECONOMIA DE ÁREA

Um dos principais motivadores para o desenvolvimento de projetos flutuantes é a economia de área. Foi esse fator que levou o Japão, por exemplo, a investir em UFVs flutuantes, sendo considerado o país com maior experiência na área. Somente em 2015 e 2016, a Kyocera previu a instalação de mais 30 usinas desse tipo no país [1]. Mas a situação é diferente do Brasil.

O Japão tem praticamente o tamanho do Mato Grosso do Sul, e sustenta o título de terceira maior economia do Mundo. Portanto, a área é muito valorizada no Japão.
No Brasil, o problema de disponibilidade de terras para geração de energia fotovoltaica não é tão significativo. O potencial de geração em terra é enorme no país e o custo de compra de terrenos ou arrendamento representa uma parcela baixa do investimento (3% para terreno e ações socioambientais em projetos eólicos [2]). Portanto, a vantagem com a economia de terra é pouco relevante no Brasil.

UTILIZAÇÃO DE INFRAESTRUTURA EXISTENTE

Outra vantagem comentada é a de poder compartilhar a infraestrutura de transmissão da hidrelétrica. Dependendo do perfil hidrológico da região, é possível que a UHE não opere a plena capacidade durante todo o tempo. Adicionalmente, conforme os Procedimentos de Rede do ONS, os transformadores da rede básica devem ser capazes de suportar sobrecargas diárias de 120% por 4 horas e de 140 % por 30 min [1]. Portanto, dependendo do perfil de geração da UHE e da UFV, é possível utilizar a mesma infraestrutura.
Porém, essa vantagem precisa ser estudada caso a caso para avaliar o potencial de utilização da rede. No caso da UHE Balbina, por exemplo, existe coincidência, e não complementaridade, entre o regime de operação da usina e a distribuição de irradiação solar ao longo do ano [1].
Mas se o problema é a transmissão, não seria melhor investir em geração distribuída, que não precisa de transmissão, naturalmente, ao invés de se preocupar em como e onde seria possível aproveitar a infraestrutura existente?

CUSTOS DE INVESTIMENTO E MANUTENÇÃO

O investimento no projeto da Eletronorte e da CHESF será de aproximadamente R$ 100 milhões, o que resulta num custo de R$ 10/W. Apesar de ser mais que o dobro de um projeto de geração centralizada em terra (com base nos leilões de 2015), e maior que projetos de geração distribuída, essa comparação não é muito pertinente, uma vez que se trata de um projeto de P&D.

No entanto, é provável que o custo seja realmente maior que o de uma planta em solo, em função dos equipamentos utilizados e da manutenção. Sistemas flutuantes necessitam de componentes com maior grau de proteção contra a penetração de água, o que encarece o investimento. Quanto aos flutuadores, há dúvidas se esses equipamentos resistem aos fatores ambientais por mais de 20 anos [1].
Em relação à manutenção, estima-se que seja mais trabalhosa, pela maior dificuldade de acesso aos componentes. Adicionalmente, em reservatórios de hidrelétricas, também há a preocupação com materiais em suspensão, como folhas, galhos e até mesmo troncos, que descem os rios principalmente em épocas de cheia [1].

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Considerando a disponibilidade de terras no Brasil, e o imenso avanço que vem sendo obtido na parte de construção e manutenção de sistemas em solo, parece difícil que UFVs flutuantes consigam competir em custo com uma usina convencional.

 No entanto,o P&D é importante justamente para avaliar melhor as questões discutidas (e outros pontos não abordados) e quantificar os prós e contras desse tipo de projeto.

O que precisa ficar claro é que o simples fato de se aproveitar uma área alagada e infraestrutura existente não são suficientes para decidir pela implantação ou não de um projeto desse tipo. Não faz sentido instalar uma usina flutuante apenas melhorar a imagem de um projeto hidrelétrico desastroso, como é o caso de Balbina, por exemplo. É um novo projeto. Deve ser feita uma nova análise de viabilidade, e se for constatado que construir em terra ou em telhados for melhor (no sentido econômico e socioambiental), então que seja esquecido o impacto já causado pelo reservatório, e investido nas outras configurações citadas.

Referências:
[1] GALDINO, M. A.; OLIVIERI, M. M. A. Considerações sobre a Implantação de Sistemas Fotovoltaicos Flutuantes no Brasil. In: VI CBENS - Congresso Brasileiro de Energia Solar, 2016, Belo Horizonte. Anais do VI CBENS, 2016.
[2] TOLMASQUIM, M. T. Energia Renovável: Hidráulica, Biomassa, Eólica, Solar, Oceânica / Mauricio Tiomno Tolmasquim (coord.). – EPE: Rio de Janeiro, 2016.

Chesf implanta usina solar flutuante


Fonte: https://www.chesf.gov.br

A Usina Fotovoltaica Flutuante deverá entrar em operação em dezembro deste ano


Projeto de Pesquisa & Desenvolvimento da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) está chamando atenção de quem passa pelo Reservatório de Sobradinho (BA), um dos maiores em espelho d´água do mundo, no sertão da Bahia. É a Usina Solar Fotovoltaica Flutuante, que está em fase de implantação e deverá entrar em operação em dezembro deste ano, com 1 MWp de capacidade instalada. Outros 4 MWp deverão ser instalados nos anos seguintes.

No último dia 24 de outubro, o secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, Ildo Grudtner, acompanhado da diretoria da Chesf, visitou o canteiro de obras, próximo da Usina Hidrelétrica de Sobradinho, por onde passarão as conexões da usina solar fotovoltaica.

“O foco deste projeto é a pesquisa, o desenvolvimento de tecnologia e a capacitação. Esse projeto integra o Centro de Referência em Energia Solar de Petrolina (Cresp), que já implantou, em sua primeira etapa,uma planta fotovoltaica de 2,5 MWp , irá implantar outra planta fotovoltaica de 0,5 MWp e mais duas novas plantas em tecnologias heliotérmicas ”, explicou o presidente da Chesf, Fabio Alves.

Visita Técnica

O secretário Ildo Grudtner realizou visita técnica às outras instalações de geração e reservatórios da Chesf. Foi ao Complexo Paulo Afonso, onde conheceu as usinas, a cidade e a cultura local. Visitou, ainda, a Usina de Xingó (AL/SE) e o reservatório, local famoso nacionalmente por ser locação de filmes e novelas.

Também visitou o Museu Arqueológico de Xingó, que foi criado a partir de trabalho desenvolvido em parceria com a Chesf, no período da construção da usina, onde foi mostrada a importância da Chesf para o desenvolvimento do turismo da Região. Os gerentes regionais de Paulo Afonso e de Sobradinho, Elerson Silva e Raniere Farias, organizaram receptivos e acompanharam a diretoria juntamente com suas equipes. 


quinta-feira, 22 de novembro de 2018


GERAÇÃO EÓLICA INSTANTÂNEA TEM NOVO RECORDE NO NORDESTE


No dia 18 de novembro, às 9h11, produção de energia da fonte foi maior que a carga do subsistema


A geração eólica no Nordeste bateu novo recorde de geração instantânea. No último domingo, 18 de novembro, às 9h11, a geração de energia da fonte chegou a 8.920 MW, com um fator de capacidade de 86%. Naquele momento, a produção de energia eólica superou em 4% a carga total do subsistema, tornando o Nordeste exportador de energia. 


O recorde anterior de geração eólica instantânea havia ocorrido no dia 13 de setembro, às 8h24, quando foram gerados 8.665 MW, com fator de capacidade de 86%. Na ocasião, o montante foi suficiente para abastecer 83% da carga da região.



Este boletim apresenta dados referentes à geração de usinas eólicas no Sistema Interligado Nacional – SIN. No item 2, são apresentadas informações agregadas no SIN sobre a capacidade total instalada, geração e fator de capacidade de usinas eólicas Tipo I, Tipo II-B e Tipo II-C. No item 3, são apresentadas as principais informações de recordes no SIN e nos subsistemas. No item 4, são apresentadas informações agregadas por Subsistema. No item 5 é apresentada a geração verificada por estado (Unidade da Federação) e, no item 6, informações sobre geração eólica e capacidade instalada por usina. Para os dados de geração verificada, são contempladas apenas as usinas que possuem relacionamento com o ONS (Tipo I, Tipo II-B e Tipo II-C). Os dados de potência instalada de usinas eólicas classificadas na modalidade Tipo III foram obtidas no Banco de Informações de Geração da ANEEL1 . 




Energia eólica já tem mesma capacidade instalada de Itaipu

Na “safra dos ventos”, período que vai de junho a novembro, a geração eólica já chega a atender quase 14% do Brasil e mais de 70% do Nordeste em alguns dias.

 Fonte:https://ciclovivo.com.br/planeta/energia/energia-eolica-14gw-capacidade/






O Brasil acaba de ultrapassar a expressiva marca de 14 GW de capacidade instalada de energia eólica. Já são 14,34 GW de capacidade instalada em 568 parques eólicos e mais de 7.000 aerogeradores em 12 estados. Para comparação, podemos, por exemplo, citar que esta é a mesma capacidade instalada de Itaipu, a maior usina hidrelétrica do Brasil. Veja abaixo como está dividida a capacidade instalada e o número de parques por estado:




A fonte eólica tem mostrado um crescimento consistente, passando de menos de 1 GW em 2011 para os 14 GW de agora, completamente conectados à rede de transmissão. Em média, a energia gerada por estas eólicas equivale atualmente ao consumo residencial médio de cerca de 26 milhões de habitações (80 milhões de pessoas).
“Gosto sempre de lembrar que o Brasil passou do 15º lugar no Ranking de Capacidade Instalada de energia eólica em 2012 para a 8ª posição no ano passado, segundo o Global Wind Energy Council. Também é importante mencionar que, no ano passado, a Bloomberg New Energy Finance estimou o investimento do setor eólico no Brasil em US$ 3,57 bilhões (R$ 11,4 bilhões), representando 58% dos investimentos realizados em renováveis no País (eólica, solar, biomassa, biocombustíveis e resíduos, PCH e outros). Considerando o período de 2010 a 2017, o investimento já passa dos US$ 30 bilhões. Estes são alguns dos dados que mostram a importância do setor eólico, nossa capacidade de crescer, fazer investimentos e trazer benefícios para o Brasil”, explica Elbia Gannoum, Presidente Executiva da ABEEólica.
A energia eólica já está chegando a atender quase 14% do Sistema Interligado Nacional – SIN. O dado está no último Boletim Mensal de Dados do ONS, referente ao mês de setembro e que mostra que, no dia 19 de setembro, uma quarta-feira, a energia eólica chegou ao percentual de 13,98% de atendimento recorde do SIN.
No caso específico do Nordeste, os recordes de atendimentos a carga já ultrapassam 70%. O dado mais recente de recorde da região é do dia 13 de setembro, uma quinta-feira, quando 74,12% da demanda foi atendida pela energia eólica, com geração média diária de 7.839,65 MWmed e fator de capacidade de 76,58%. Nesta data, houve uma máxima às 8h, com 82,34% de atendimento da demanda e 85,98% de fator de capacidade. Vale mencionar também que, nesse mesmo dia, o Nordeste foi exportador de energia durante todo dia, uma realidade totalmente oposta ao histórico do submercado que é por natureza importador de energia.
Nos primeiros oito meses do ano de 2018, as eólicas geraram uma quantidade de energia 19% superior ao gerado no mesmo período do ano passado, de acordo com dados consolidados do boletim InfoMercado mensal da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica. A CCEE também informou que durante o mês de agosto, as usinas eólicas registraram a maior produção de energia da história ao alcançar 7.017 MW médios. A produção elevou a representatividade da fonte, em relação a toda energia gerada no período pelas usinas do Sistema, para 11,5% em 2018.
Até 2024, serão instalados mais 4,46 GW em 186 novos parques eólicos, levando o setor à marca de 18,80 GW, considerando apenas leilões já realizados e contratos firmados no mercado livre. Com novos leilões, estes montantes se elevarão.  “Sobre novas contratações e sobre o futuro da energia eólica, acho sempre importante explicar que nossa matriz tem a admirável qualidade de ser diversificada e assim deve continuar. Cada fonte tem seus méritos e precisamos de todas. É preciso que isso fique claro. Do lado da energia eólica, o que podemos dizer é que a escolha de sua contratação faz sentido do ponto de vista técnico, social, ambiental e econômico, já que tem sido a mais competitiva nos últimos leilões. Além disso, acreditamos ser uma escolha lúcida quando se tem ideais de uma sociedade mais justa e de um futuro mais sustentável e de respeito à natureza”, explica Elbia Gannoum.

O sucesso da energia eólica no Brasil

Para produzir energia eólica, são necessários bons ventos: estáveis, com a intensidade certa e sem mudanças bruscas de velocidade ou de direção. O Brasil tem a sorte de ter uma quantidade enorme deste tipo de vento, o que explica em grande medida o sucesso da eólica no Brasil nos últimos anos. Para comparação, podemos citar que a média mundial do fator de capacidade (medida de produtividade do setor) está em torno de 25%. No Brasil, nos últimos doze meses (de set/17 a ago/18), o fator de capacidade médio foi de 42,5%, atingindo picos de superiores a 60% em um mês e tendo passado dos 80% no caso dos recordes registrados pelo ONS no Nordeste em um dia.
Um outro ponto favorável do desenvolvimento da fonte eólica no Brasil é o fato de a cadeia produtiva ser 80% nacionalizada gerando empregos aqui e produzindo com alta tecnologia e investimento.
“Todos estes números positivos mostram não apenas um setor consolidado, mas também que a energia eólica tem um futuro promissor no Brasil. A energia produzida pelos ventos é renovável; não polui; possui baixíssimo impacto ambiental; contribui para que o Brasil cumpra o Acordo do Clima; não emite CO2 em sua operação; tem um dos melhores custos benefícios na tarifa de energia; permite que os proprietários de terras onde estão os aerogeradores tenham outras atividades na mesma terra; gera renda por meio do pagamento de arrendamentos; promove a fixação do homem no campo com desenvolvimento sustentável; gera empregos que vão desde a fábrica até as regiões mais remotas onde estão os parques e incentivam o turismo ao promover desenvolvimento regional”,resume Elbia Gannoum, Presidente da ABEEólica.
Comentário CO2Energia:  Queiram ou não queiram os "governantes". Energias EÓLICA E SOLAR serão a Redenção do Nordeste brasileiro.

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Por que o Brasil tem uma das energias mais limpas do mundo

Fontes renováveis compõem a matriz energética brasileira, diminuindo a necessidade de gerar eletricidade a partir de combustíveis fósseis ou carvão



Fonte: https://g1.globo.com/


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Você sabe o que é energia elétrica limpa? O assunto, muito debatido no mundo todo, ainda gera dúvidas. Mas não é tão difícil de entender, principalmente em um país como o Brasil, que tem nas fontes renováveis sua principal matriz energética.

Energia limpa é aquela gerada por fontes renováveis e que não lançam poluentes na atmosfera. Entre as principais formas de produção, estão a energia hidrelétrica, gerada pela movimentação das águas, a eólica, produzida pelo vento, e a energia solar. No mundo, a energia elétrica ainda é, em sua maioria, baseada em combustíveis fósseis e carvão, que emitem uma série de poluentes.

No território brasileiro, ocorre o contrário, pois aqui há a melhor matriz de energia renovável do mundo, segundo o professor Nivalde Castro, que coordena o Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel). “Enquanto no resto do mundo é entre 17%, 18%, o Brasil tem 80% de energia renovável”, diz.

O professor procura desmistificar a ideia de que há grandes entraves para a expansão no país. Destacando o potencial de crescimento da energia eólica e solar, Castro comenta que isso acontecerá de acordo com a demanda. Na medida que o quadro econômico nacional melhorar, a tendência é que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) abra leilões para expansão da oferta no país. “O único entrave é a economia brasileira voltar a crescer”, explica.

Crescimento da energia eólica


O quadro brasileiro se diferencia da situação de outros países principalmente pela força das águas. As hidrelétricas, por exemplo, representam 60% do total do que é consumido no país. Essas usinas geram eletricidade pelo movimento da água de rios, seja por desníveis naturais ou por outros criados artificialmente. “No Brasil estamos bem, é uma das energias elétricas mais limpas do mundo”, comenta o coordenador do curso de especialização em Energias Renováveis, Geração Distribuída e Eficiência Energética da USP, José Roberto Simões Moreira.

A segunda principal fonte mais usada no país não é limpa, são as usinas termelétricas, que podem ser movidas por gás natural, bagaço de cana e combustíveis fósseis. Mas a tendência é que, nos próximos anos, ela seja ultrapassada pela eólica, outra fonte renovável. Ela funciona por grandes hélices que, ao serem movimentadas, captam a energia produzida pelo vento. “A eólica está estabelecida, mas vai continuar crescendo”, diz.

Uma das fontes renováveis que mais podem crescer no Brasil é a energia solar pois, segundo Moreira, o país tem um dos maiores potenciais para expandi-la no mundo. “As medidas mínimas de radiação solar brasileiras são maiores que as maiores médias da Alemanha”, exemplifica, citando um dos países mais importantes na produção solar no mundo.

A energia solar é produzida por painéis fotovoltaicos, que são grandes placas com células voltaicas que captam a energia do sol. Em regiões da Bahia e do Piauí, já existem grandes usinas. Uma das principais vantagens da energia solar é que ela pode ser instalada em casas. “Dentro do conceito de geração distribuída, os próprios consumidores podem gerar sua energia”, aponta.

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Vestas terá fábrica de turbinas eólicas no Ceará


Fonte: www.usinagem-brasil.com.br/13535-vestas-tera-fabrica-de-turbinas-eolicas-no-ceara/pa-1/

















No final de outubro, o Governo do Ceará oficializou acordo com a Vestas, multinacional dinarmarquesa do ramo de Energias Renováveis, para construção de fábrica dedicada à construção de turbinas eólicas no Estado. A parceria foi selada por meio de um Memorando de Entendimento, assinado pelo governador Camilo Santana e pelo presidente da empresa no Brasil, Rogério Zampronha.
Trata-se da segunda fábrica da Vestas no Ceará. A nova unidade irá fabricar a turbina V150-4.2 MW, considerada uma das mais modernas do mundo e que já é produzida em outras unidades da empresa no mundo. O investimento total ainda não está definido, mas se estima que esteja em torno de R$ 100 milhões.
Para o governador Camilo Santana, o investimento representa mais um passo do Ceará na criação de um Estado mais desenvolvido e que abrange o campo das oportunidades para a população. “Agradeço ao presidente da Vestas pela oportunidade de trazer mais esse investimento para o Ceará. A empresa traz a fabricação de turbinas, o que gerará mais empregos para os cearenses e crescimento para todo o Estado”, disse Santana, acrescentando que o novo empreendimento deverá ser inaugurado no fim de 2019.
Para o presidente da Vestas, Rogério Zampronha, ter o Ceará como sede da mais nova fábrica da empresa foi escolha natural. "Será a primeira vez que o País produzirá uma turbina como essa, com 73 metros de comprimento e 110 metros de altura. São aerogeradores do novo modelo V150 com 4.2 MW de potência".

sexta-feira, 9 de novembro de 2018















Fonte:https://trilemma.worldenergy.org/


A ferramenta Energy Trilemma Index do World Energy Council , produzida em parceria com a Oliver Wyman , classifica os países em sua capacidade de fornecer energia sustentável por meio de três dimensões::

  • segurança energética

  • equidade energética (acessibilidade) e, 

  • sustentabilidade ambiental. 


O ranking mede o desempenho geral na obtenção de uma combinação sustentável de políticas e a pontuação do balanço destaca o quão bem um país gerencia as compensações do Trilemma com "A" sendo o melhor. Use este Índice interativo para avaliar a sustentabilidade das políticas energéticas nacionais. 



Como o Brasil está classificado ???