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sábado, 16 de fevereiro de 2019

Produção de Itaipu supera os 10 milhões de MWh em 2019

Fonte: www.itaipu.gov.br






A usina hidrelétrica de Itaipu superou no fim de semana a produção de 10 milhões de MWh em 2019. A marca foi alcançada às 7h50 de sábado (9), com apenas 40 dias de produção, ainda na primeira quinzena de fevereiro.
Para se ter uma ideia, das 7.399 plantas de energia do País, apenas seis (cinco hidrelétricas e uma termelétrica) conseguiram gerar mais que 10 milhões de MWh durante todo o ano de 2018.
São elas: Tucuruí (31 milhões MWh), Belo Monte (18,4 milhões MWh), Santo Antônio (17,5 milhões MWh), Jirau (16,7 milhões MWh), Ilha Solteira (12,7 milhões MWh) e Angra 2 (10,7 milhões MWh). No mesmo período, em 2018, a Itaipu gerou 96,5 milhões de MWh, a quarta maior marca da história da empresa.
O diretor técnico executivo de Itaipu, Mauro Corbellini, disse que o desempenho de Itaipu no início de 2019 reforça a importância da usina para o equilíbrio do Sistema Interligado Nacional (SIN). Somente em janeiro, o País registrou cinco recordes históricos de consumo horário, que representa o pico do consumo em determinado momento.
Nessas condições, observa Corbellini, a capacidade de Itaipu de entregar potência (gerar muita energia em um curto espaço de tempo) ajuda manter a estabilidade entre o consumo e a produção do País.
O forte calor neste começo de ano, e a utilização mais intensiva dos aparelhos de ar condicionado, impulsionaram o consumo no período. Itaipu é responsável por aproximadamente 15% do abastecimento de energia no Brasil e 90% no Paraguai.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Tendências Mercado Energia Solar Fotovoltaica 2019

Fonte: Greener Tecnologias Sustentáveis


Evolução Geração Distribuída

Em 2018, o Brasil atingiu cerca de 470 MW de capacidade instalada fotovoltaica. De 2017 para 2018 houve um crescimento de 136% dessa capacidade.
Crescimento muito significativo, principalmente pensando em um período de crise econômica

Impacto do Câmbio no Preço Final de um Sistema Fotovoltaico

No caso dos sistemas residenciais, um fator importante para aceleração desse segmento é o custo do sistema de energia fotovoltaica. A valorização do real influencia diretamente este custo, uma vez que os módulos fotovoltaicos e seus inversores tem preço influenciado pelo mercado externo.
É importante lembrar que outros itens que compõem um sistema fotovoltaico, tais como: estrutura de montagem, elementos de proteção, cabeamento, mão-de-obra, engenharia, custo de vendas, não sofrem influência da variação do câmbio, visto que são produtos nacionalizados. A queda do dólar ajuda a ter sistemas mais baratos, mais acessíveis, ajudando assim a ampliação deste setor.

Mercado Internacional – relação entre mercado de países líderes em instalação fotovoltaica e o Brasil.

Outro fator que impacta os custos é a demanda dos principais países com maior concentração de sistemas fotovoltaicos: China, Índia, EUA e Japão.
É esperado para o 1º semestre de 2019 uma tendência de redução dos preços, devido a uma demanda reduzida dos principais países consumidores deste sistema, por outro lado um aumento da capacidade produtiva, impactando para uma queda nos preços dos sistemas fotovoltaicos.

Mercado Nacional – previsão de mercado para o ano de 2019

A expectativa é que o mercado de geração centralizada, ou seja, mercado de grandes usinas solares, no qual são contratados através dos leilões da ANEEL ou através do mercado livre de energia, demande em torno de 1GW devido a projetos que deverão entrar em operação neste ano.


Cenário regulatório – impacto das alterações previstas na resolução 482 da ANEEL

Encontra-se em andamento a revisão da Resolução normativa 482 da ANEEL que estabelece as regras para o mercado fotovoltaico. Em vista do crescimento do mercado, ajustes nas atuais regras estão sendo realizadas, tanto para o cliente junto à carga quanto para o cliente de geração remota. O ano de 2019 será um ano muito importante para novos empreendimentos de geração remota.
Principais mudanças propostas:


Cenário Político 


VEJA AQUI: 

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Brasil terá 45% de renováveis na matriz energética em 2023

A parcela atual é de 43% e crescimento será possível com a ampliação de biocombustíveis na matriz de transportes

Fonte:editorabrasilenergia.com.br/





O Brasil é o país com a maior participação de fontes renováveis na matriz energética, segundo o Relatório sobre Mercado de Energias Renováveis 2018 da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês). O estudo projeta que o país terá o correspondente a 45% de fontes renováveis no consumo final de energia em 2023, principalmente com os biocombustíveis nos transportes e na indústria e das hidrelétricas, no setor elétrico. Atualmente, esse percentual corresponde a cerca de 43%.
O relatório  aponta que o ano de 2020 será “crucial” para as políticas de biocombustíveis ao redor do mundo pois entrará em vigor na China a mistura obrigatória de 10% de etanol à gasolina. A política de biocombustíveis anunciada na Índia, que pretende investir em biorerefinarias, também deverá resultar em aumento da produção no período.
No Brasil, o RenovaBio, regulamentado neste ano, também é  citado com incentivo aos investimentos em nova capacidade instalada e na produção de usinas existentes.

De acordo com o levantamento, a bioenergia moderna (etanol, biodiesel) representou 50% do consumo energético global oriundo de fontes renováveis no ano passado, quatro vezes mais que as fontes solar fotovoltaica e eólica combinadas.

Projeção global
Em 2023, segundo a projeção da IEA (AGÊNCIA INTERNACIONAL DE ENERGIA), a bioenergia deverá permanecer como a principal fonte de energia renovável, “embora sua participação proporcional deva diminuir ligeiramente, devido à expectativa de aceleração da expansão das fontes eólica e solar fotovoltaica no setor elétrico”.

O relatório projeta que a participação de fontes renováveis na demanda energética global deverá aumentar para 12,4% em 2023, um quinto a mais que no período entre 2012 e 2017, e que as energias renováveis vão responder por cerca de 40% do crescimento do consumo energético mundial projetado para os próximos cinco anos.





Energias Renováveis ​​cada vez mais centrais para o crescimento total do consumo de energia

Espera-se que a participação das renováveis ​​na demanda global por energia cresça em um quinto nos próximos cinco anos, atingindo 12,4% em 2023.
As energias renováveis ​​terão o crescimento mais rápido no setor elétrico, fornecendo quase 30% da demanda de energia em 2023, ante 24% em 2017. Durante este período, as energias renováveis ​​deverão atender a mais de 70% do crescimento da geração global de eletricidade, liderado pela energia solar. PV e seguido por energia eólica, hidrelétrica e bioenergia. A energia hidrelétrica continua sendo a maior fonte renovável, atendendo 16% da demanda mundial de eletricidade até 2023, seguida pela energia eólica (6%), energia solar fotovoltaica (4%) e bioenergia (3%).

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019


Em 2018, a Alemanha quebrou o seu próprio recorde na produção de energias renováveis. 
O país produziu mais de 40% em energias renováveis.






quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Saiba mais sobre a Tarifa Branca



Fonte:http://www.aneel.gov.br/tarifa-branca



A tarifa branca é uma nova opção que sinaliza aos consumidores a variação do valor da energia conforme o dia e o horário do consumo. Ela será oferecida para as unidades consumidoras que são atendidas em baixa tensão (residências e pequenos comércios, por exemplo). A partir de 1º de janeiro de 2018, todas as distribuidoras do país deverão atender aos pedidos de adesão à tarifa branca das novas ligações e dos consumidores com média mensal superior a 500 kWh. Em 2019, deverão ser atendidas unidades com consumo médio superior a 250 kWh/mês e, em 2020, para os consumidores de baixa tensão, qualquer que seja o consumo.


Quais os benefícios da tarifa branca ?

A Tarifa Branca reflete o uso da rede de distribuição de energia elétrica de acordo com o horário de consumo. Assim, quando o consumidor centraliza seu consumo no período fora de ponta, pode reduzir seus gastos com energia elétrica e, ao mesmo tempo, melhorar o fator de utilização das redes - o que reduz ou posterga investimentos. 

Para chegar aos consumidores, a energia elétrica percorre toda uma estrutura de redes (condutores e postes, entre outros). As redes têm períodos de utilização mais intensos e outros de menor uso ou até ociosos. Como a rede é dimensionada para atender a esses horários de ponta, o aumento do consumo de energia nesses períodos acarreta expansão da capacidade instalada, o que não se verifica quando o consumo ocorre fora da ponta.

Como saber quando é melhor optar pela tarifa branca ?

A Tarifa Branca é a melhor opção para consumidores atendidos em baixa tensão que tenham ou que possam ter grande parte de seu consumo concentrado nos períodos fora de ponta, lembrando que, em finais de semana e feriados nacionais oficiais, todas as horas do dia são consideradas fora de ponta. 

Comparada com a Tarifa Convencional, a Tarifa Branca pode resultar em redução na conta de luz do consumidor na medida em que houver possibilidade de deslocar o consumo de energia elétrica do período de ponta para o de fora de ponta (dependendo da relação entre os valores da Tarifa Branca fora de ponta e o valor da Tarifa Convencional). 

Se optar pela Tarifa Branca, o consumidor tem que ser disciplinado no gerenciamento de seu consumo, pois o horário de utilização da energia é fundamental para a economia na conta de luz. Caso não consiga evitar o consumo no horário de ponta, a adesão à Tarifa Branca pode resultar em uma conta maior: nessa situação, é mais vantajoso continuar na Tarifa Convencional.


Em que situações é vantajosa a migração para tarifa branca?

Antes de optar pela Tarifa Branca, é preciso que o consumidor faça uma análise sobre o seu perfil de consumo e os hábitos de utilização da energia elétrica ao longo do dia, comparando-os com os períodos de ponta e intermediário definidos para a distribuidora que o atende. 

Para os consumidores residenciais, os aparelhos elétricos que mais contribuem com o consumo de energia no período de ponta são o chuveiro elétrico e os equipamentos de condicionamento ambiental, tais como ar-condicionado e aquecedores. Por apresentarem um elevado consumo de energia em comparação com os demais equipamentos, a possibilidade de utilizá-los nos períodos de fora de ponta será fundamental para definir se a adesão à Tarifa Branca pode ser vantajosa para o consumidor. 

O consumidor deve observar a relação entre a Tarifa Branca relativa ao consumo fora de ponta e a Tarifa Convencional. Essas tarifas são definidas anualmente pela ANEEL nos reajustes tarifários e publicadas em resoluções homologatórias, para cada distribuidora. 

Quanto maior for a diferença entre a Tarifa Branca fora de ponta e a Tarifa Convencional, maiores serão os benefícios da Tarifa Branca. 

Além disso, o consumidor deve considerar outros fatores subjetivos envolvidos na decisão, como os eventuais contratempos de deslocar o consumo e as possíveis vantagens a serem obtidas com isso (relação Tarifa Convencional x Tarifa Branca). 

A seguir, são apresentados diferentes exemplos de perfis de consumo de energia e os impactos sobre o valor faturado em cada modalidade. 



quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Os 10 maiores fabricantes de painel solar do mundo – 2018

Fonte:www.portalsolar.com.br








Finalmente foi publicado pela PV-Tech os 10 maiores fabricantes de painéis solares em 2017 de acordo com o volume embarcado.
A listagem final confirma a tendência dos últimos anos e o contínuo domínio de empresas que integram a “Super Liga” (SMSL) de fabricantes de painéis solares com a tecnologia de silício cristalino. (O Silicon Module Super League é um grupo de 7 grandes fornecedores de módulos de silício cristalino (c-Si) na moderna indústria de energia solar fotovoltaica.)

Neste artigo vamos falar sobre o ranking relativo dos 10 principais fornecedores de placas fotovoltaicas do mundo, discutir as implicações em termos de implantação de uma produção anual maior que 100GW, barreiras relacionadas ao comércio em 2018/2019 e o fato de estarmos atingindo um ponto de inflexão onde ter uma produção menor que múltiplos de GW será uma coisa do passado.

Os 10 maiores fabricantes de painéis solares em 2017

A lista dos 10 maiores fabricantes de painéis fotovoltaicos é mostrada abaixo. 9 das 10 empresas já integravam a lista em 2016, com a Risen Energy sendo o único novo integrante em 2017.

PosiçãoFabricante
1ºJinkoSolar
2ºTrina Solar
3ºCanadian Solar
4ºJA Solar Hanwha 
5ºCELLS
6ºGCL
7ºLONGI Solar
8ºRisen Energy
9ºShufeng
10ºYingli Green

Entre os top 10, estão 7 empresas identificadas como os grandes fabricantes mundiais (as 7 primeiras). Em 2017 elas foram as únicas a despachar mais de 4GW painéis solares. Estas 7 estão entre as 10 maiores à 2 anos e a tendência é que elas liderem o mercado de fabricantes de placas solares na próxima década.


Fonte: Infográfico ABSOLAR


Placa Solar Preço

Os preços das placas solares variam de acordo com a quantidade, eficiência, fabricante e local de fabricação. Veja aqui os preços de painéis solares praticados no Brasil e como o preço do painel solar é calculado.
Se você está pensando em energia solar uma das primeiras perguntas que você vai fazer fazer é: Qual é o preço da placa solar? A Energia Solar é uma ótima ideia para muitas pessoas, não só para reduzir a conta de luz, mas também para valorizar a sua casa ou empresa além de reduzir a sua pegada de carbono. O custo do painel solar fotovoltaico é um elemento importante no processo de decisão da compra.
É fácil responde à pergunta "Qual é o preço da placa solar?" (Ver abaixo), mas acho que a verdadeira pergunta que você quer fazer é: "Quanto vai custar para colocar placas solares no meu telhado?" Essa pergunta é mais complicada de responder, mas vamos  explicar com mais detalhes no final da página.

Qual é o preço das placas solares hoje?

Hoje as placas solares fotovoltaicas são vendidos aos milhões em todos os países do mundo ( O Brasil, como sempre um pouco atrasado, começou recentemente)
Há uma enorme variação no custo das placas solares com base nos tipos de painel solar (tecnologia) e na eficiência das placas solares. No entanto, o tipo de placa usada para instalações solares residenciais é bastante padrão e os custos são basicamente definidos globalmente. Esse custo caiu tremendamente nos últimos anos. O preço da placa solar é agora cerca da metade do preço que eles estavam em 2008, e cerca de 100 vezes menor do que eram em 1977.


Duas das novas usinas fotovoltaicas de Minas Gerais estão na cidade de Guimarânia

Fonte:https://www.patrocinioonline.com.br

Serão instalados 2.768 rastreadores de eixo simples SF7 na fábrica de Guimarânia e serão instalados 249.120 painéis, investimento de R$ 420 milhões









GUIMARÂNIA (MG) - Segundo o Jornal Diário do Comércio, mais duas usinas fotovoltaica acabam de entrar em operação em Minas Gerais. Com investimentos da ordem de 95 milhões de euros ou o equivalente a R$ 420 milhões, a Naturgy, por meio da subsidiária espanhola Global Power Generation (GPG), deu início à exploração comercial das usinas solares de Guimarânia I e II, no município de mesmo nome, no Alto Paranaíba, após adquiri-las da Canadian Solar, em março de 2018.
As operações tiveram início após sete meses de construção das usinas, que estão instaladas em um terreno de 143 hectares com mais de 250 mil painéis solares, fabricados no Brasil (29%) e China (71%). O empreendimento foi viabilizado no Leilão de Reserva de 2015, quando 61 projetos solares no território mineiro foram cadastrados, com o equivalente a 1.600 megawatts (MW) de potência.
Com os novos parques, a GPG consolida sua presença no Brasil, com mais de 150 MW em geração solar. A produção anual esperada é de 162 gigawatt-hora (GWh), suficiente para abastecer mais de 80 mil casas populares e evitar a emissão de quase 100 mil toneladas de gás carbônico na atmosfera.
As informações são da própria companhia, que destacou que as usinas estão associadas a um acordo de venda de energia gerada com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) durante 20 anos, a um preço aproximado de 76 euros/MWh ou R$ 336/ MWh.
A reportagem do Patrocinio Online  visitou e reproduz a notícia publicada na página da empresa,  a Global Power Generation (GPG) que diz; " A Soltec, líder espanhola na fabricação e fornecimento de rastreadores solares de eixo único, fornecerá seus equipamentos de rastreamento a duas de nossas usinas de energia solar fotovoltaica no Estado de Minas Gerais, no sudeste do Brasil.
Graças a este projeto, forneceremos 82,5 MW de rastreadores solares ao lado da Canadian Solar e da EPC Biosar. Serão instalados 2.768 rastreadores de eixo simples SF7 na fábrica de Guimarânia e serão instalados 249.120 painéis. Este equipamento rastreará a posição do sol para maximizar a captura da energia solar ao longo de cada dia.
Esta usina fotovoltaica está atualmente em construção e entrará em operação no final de dezembro deste ano".