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quarta-feira, 5 de setembro de 2018

O desenvolvimento sustentável pode coexistir com o crescimento econômico atual?



Fonte: https://phys.org/news/2018-09-sustainable-co-exist-current-economic-growth.html#nRlv


Em países de baixa renda, as populações geralmente dependem de indústrias extrativistas, como a pesca, a agricultura e a mineração, mas têm menores taxas de consumo per capita e maior crescimento populacional. Crédito: ARC CoE para Estudos de Recifes de Coral / Jacqueline Lau


O "trilema":
  • Crescimento populacional; 
  • Crescimento econômico e
  • Sustentabilidade ambiental 


 E a  vasta incompatibilidade dos atuais modelos de desenvolvi-mento econômico com a sustentabilidade ambiental.

Usando dados coletados em todo o mundo, as economias nacionais e o uso de recursos naturais foram examinados de perto por uma equipe internacional de cientistas usando um modelo matemático.
Os resultados sugerem que, enquanto o nosso sistema econômico mantiver sua estrutura atual, e se o  continuar, os países de alta e baixa renda não conseguirão alcançar a sustentabilidade ambiental.
O estudo, publicado hoje na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências , é liderado pelo professor Graeme Cumming, do Centro de Excelência ARC para Estudos de Recifes de Coral da Universidade James Cook.
"Há um equívoco generalizado de que o crescimento econômico e o desenvolvimento acabarão levando à  ", disse o principal autor do estudo, Prof Cumming.
"Embora  possam parecer apoiar um estilo de vida mais sustentável, na prática, eles consomem mais recursos per capita do que os países de baixa renda."
"É apenas que seus impactos ecológicos e econômicos são sentidos em outros lugares".
Os pesquisadores descobriram que os padrões de uso de recursos para países de alta e baixa renda refletiam resultados ambientais previsíveis.
Neste estudo, o Catar, uma nação do deserto de alta renda, tem uma pegada ecológica particularmente grande. Crédito: Pixabay, https://pixabay.com. CC0


Países de alta renda muitas vezes dependem mais de indústrias não-extrativas, como manufaturas e serviços, mas também consomem mais per capita e importam mais matérias-primas.
Em contraste, em países de baixa renda, as populações dependem mais de indústrias extrativistas, como a agricultura, a extração madeireira e a mineração, mas têm menores taxas de consumo per capita e maior crescimento populacional.
Por exemplo, estima-se que 500 milhões de pessoas dependem globalmente dos bens e serviços fornecidos por ecossistemas saudáveis ​​de recifes de coral. Os efeitos da mudança climática já estão revelando ameaças à subsistência e um potencial colapso ecológico que está além da intervenção.
"O feedback entre renda e crescimento populacional está empurrando os países para longe da sustentabilidade", disse o co-autor do estudo, Stephan von Cramon-Taubadel, da Universidade de Göttingen.
"Como sociedade, precisamos encontrar maneiras de tornar  e bons padrões de vida compatíveis com a sustentabilidade ecológica. Podemos usar esse conhecimento para direcionar o crescimento econômico para resultados em que todos ganham para as pessoas e o meio ambiente".
Os pesquisadores argumentam que uma chave para alcançar isso é reestruturar o sistema econômico, particularmente em nações menos ricas, onde o rápido  pode levar a declínios significativos na qualidade de vida.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

GE traz ao Brasil a maior turbina eólica do mundo

Fonte: www.usinagem-brasil.com.br/13321-ge-traz-ao-brasil-a-maior-turbina-eolica-do-mundo/pa-1/









Durante a Brazil Wind Power, em julho/18, a GE apresentou ao mercado brasileiro a sua mais nova turbina eólica, o modelo 4.8. Trata-se de uma turbina com rotor de 158 metros (recorde mundial), que produz energia suficiente para suprir o consumo de mais de 7,5 mil residências. No país, a turbina terá altura de 200 m, equivalente a mais de 5 vezes o tamanho do Cristo Redentor.
A máquina foi idealizada por Minesh Shah, líder da Plataforma 4X da GE Renewable Energy, que esteve no Brasil para o lançamento da turbina. “Há uma grande necessidade em tornar a energia eólica mais competitiva frente a outras formas de geração. Ela já é uma das fontes de energia renovável mais acessíveis que temos e há mais que podemos fazer para reduzir o custo”, explica Minesh.
De acordo com a GE, a nova máquina se mostra uma escolha correta para os ventos brasileiros, pois as características de média a alta velocidade com a baixa turbulência permitem operação com a geração maximizada, utilizando toda a potência de 4.8 MW da máquina. Além disso, a combinação de um rotor maior e diferentes torres otimiza o custo da geração nas diferentes regiões do Brasil.
Com 4.8 MW de potência, essa é a primeira turbina onshore da GE a superar a marca de 4 MW. “A primeira turbina da GE no Brasil tinha 1,5 MW. Hoje, graças aos avanços da tecnologia, estamos trabalhando com uma turbina eólica três vezes maior e muito mais poderosa”, comenta.
O desenvolvimento da máquina levou cerca de 18 meses. “Temos uma equipe incrível que trabalhou no desenvolvimento desta turbina, coletando informações e feedback de nossos clientes para nos ajudar a projetar uma turbina que atenda às suas necessidades específicas. Eu não poderia estar mais feliz em trazer energia ilimitada com baixo custo, um grande avanço para o Brasil”, diz Minesh.


sábado, 1 de setembro de 2018

NORDESTE BATE RECORDE DE GERAÇÃO EÓLICA E SOLAR em 29/08/18

Fonte: http://ons.org.br/Paginas/Noticias/20180829-RecordeEolicaSolar.aspx






Região tem exportado energia para o Sudeste/Centro-Oeste, principalmente devido ao bom desempenho das eólicas
Abrigando a maior parte das usinas eólicas e fotovoltaicas do país, o subsistema Nordeste bateu recorde de geração de energia das duas fontes na última quarta-feira, 29 de agosto. A energia solar registrou recorde de geração instantânea ao atingir um pico de 675 MW às 12h11. O fator de capacidade chegou a 86% naquele momento.

Já a energia eólica bateu recorde de geração média diária ao produzir 7.137 MW médios, com um fator de capacidade de 71%. O volume de energia foi responsável por atender 71% da carga do subsistema Nordeste no dia. O recorde anterior de geração média havia ocorrido em 23 de julho de 2018, quando foi registrada uma geração de 7.062 MW médios.

Devido ao bom desempenho, principalmente da energia eólica, o Nordeste tem sido exportador de energia para o Sudeste/Centro-Oeste. No dia 29 de agosto, a exportação de energia atingiu 2.055 MW médios.  








sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Pesquisa revela que 70% dos americanos preferem o meio ambiente ao crescimento econômico


Fonte:http://www.climateactionprogramme.org





Uma pesquisa, produzida por Yale, revelou que os americanos estão interessados ​​na proteção do meio ambiente.
O mapa de opinião do clima, publicado no início deste mês, mostra estimativas da porcentagem de americanos, com 25 anos ou mais, que têm crenças, atitudes e preferências políticas específicas sobre o aquecimento global. A informação vem de um grande conjunto de dados de 22.000 pessoas, coletados entre 2008 e 2018.
Notavelmente, relata que 70% dos americanos acham que a proteção do meio ambiente é mais importante do que o crescimento econômico.
O mapa também mostra que 70 por cento acreditam que o aquecimento global prejudicará as gerações futuras, mas apenas 41% acham que o aquecimento global irá prejudicá-los pessoalmente. Isso pode ser um problema que impede medidas para proteger o meio ambiente.
Curiosamente, apenas 57% das pessoas acreditam que o aquecimento global é causado por atividades humanas.Isso reflete a opinião do presidente dos Estados Unidos, que sempre observou seu ceticismo em relação ao aquecimento global e às mudanças climáticas.
Os dados revelaram que um enorme apoio de 85% financia a pesquisa em fontes de energia renováveis. No entanto, o presidente Trump já tem planos para desfazer a regra climática de Obama em relação à energia renovável. Esta pesquisa indica que ele pode ter mais oposição do que ele pensava anteriormente.
Andrew Wheeler, administrador em exercício da Agência de Proteção Ambiental nos EUA, disse anteriormente: “Quando se trata de liderança, você não pode liderar a menos que ouça”. Isso sugere que as opiniões das pessoas nos EUA podem se tornar mais valorizadas.


Comentário CO2energia: E ele? 


Chage: www.amarildo.com.br


quarta-feira, 29 de agosto de 2018



Trina Solar acelera atuação no Brasil


Empresa chinesa quer market share de dois dígitos no segmento fotovoltaico e planeja disputar leilões regulados

Fonte:brasilenergia.editorabrasilenergia.com.br
Monokristalline Solarmodule vor sonnigem Himmel

Com presença consolidada na América Latina, principalmente no Chile e México, a Trina Solar resolveu expandir seus negócios no Brasil, onde vem atuando, há cerca de pouco mais de um ano, somente na distribuição de produtos por meio de parceiros locais.
Nesta nova fase, os planos são ambiciosos e compreendem avançar o market share atual, situado entre 1% e 2%, para uma participação de dois dígitos nos próximos anos, bem como participar com projetos em leilões regulados e estudar a possibilidade de montar uma fábrica própria de painéis.
A razão dessa estratégia mais cuidadosa em relação ao Brasil se deve tanto às características singulares do mercado local, como também ao perfil mais conservador da Trina Solar, explicou o diretor-Geral para a América Latina e Região do Caribe, Álvaro García-Maltrás.
A principal estratégia de expansão da empresa no Brasil deve se dar pela comercialização de projetos empacotados. Com menor custo e maior desempenho, o Trina Pro, o carro-chefe da multinacional, oferece um EPC completo, montado com equipamentos de alto rendimento, onde os principais destaques são os painéis fotovoltaicos bifaciais – ainda inéditos no país – e trackers de dois eixos que se movimentam tanto verticalmente como lateralmente.
A ideia é maximizar o aproveitamento da irradiação de acordo com as características particulares de cada site, destacou o executivo. Outro diferencial é o monitoramento à distância dos sistemas de geração, que podem ser complementados com módulos de armazenamento de energia.
Sobre a participação em leilões do governo como investidor e o projeto de ter uma fábrica no Brasil, García-Maltrás explica que são planos firmes, mas que ainda dependem de estudos mais aprofundados, bem como de um acompanhamento das transformações da regulação no segmento fotovoltaico nacional. A Aneel está revendo a Portaria 482 e são esperadas mudanças em 2019, cercadas de grande expectativa dos agentes.
Recentemente, a empresa chinesa anunciou ter quebrado mais um recorde de eficiência em células solares. Ultrapassou a marca de 24,13%, conquistando, pela terceira vez, o prêmio BCG Global Challengers, edição 2018, na categoria fontes renováveis.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018




FABRICANTES DE PAINÉIS SOLARES AGONIZAM NO BRASIL




Veja matéria completa em...







Ambev terá 1.600 caminhões elétricos da VW até 2023

Fonte:http://www.usinagem-brasil.com.br/13301-ambev-tera-1600-caminhoes-eletricos-da-vw-ate-2023/pa-1/












O uso de veículos comerciais elétricos deve ganhar grande impulso no Brasil após o anúncio, feito na semana passada, de que a Ambev irá adquirir 1.600 caminhões elétricos da Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO) até 2023. Assim, cerca de 35% da frota que atende a cervejaria será composta por veículos movidos a energia limpa. O primeiro caminhão a integrar a frota da empresa - um modelo VW e-Delivery - deve ser entregue ainda este ano, inaugurando a fase de testes para determinar a tecnologia mais adequada para atender as operações da Ambev.
“Esta parceria será um marco na história das duas empresas: trata-se do maior anúncio desse tipo já feito no mundo”, afirma a VWCO em nota divulgada à imprensa. Trata-se também da maior negociação da VWCO em 2018 para o segmento de cargas.
“Temos certeza que esse projeto contribuirá muito para a construção do legado sustentável que queremos deixar para as próximas gerações”, afirma Guilherme Gaia, diretor de Logística e Suprimentos da Ambev.
O VW e-Delivery será recarregado com 100% de energia elétrica comprada de fontes limpas, como eólica e solar, e será o primeiro caminhão leve 100% elétrico da América Latina com zero emissão de CO2. A solução está alinhada à política de desenvolvimento e promoção de tecnologias limpas do Grupo VW Truck & Bus, do qual a VW Caminhões e Ônibus faz parte.
“Nosso centro mundial de desenvolvimento da Volkswagen Caminhões e Ônibus, localizado no Brasil, investigou e aplicou as melhores soluções mundiais e locais disponíveis para atender às necessidades de nossos clientes em veículos de baixas emissões em países emergentes”, destaca Roberto Cortes, presidente e CEO da VW Caminhões e Ônibus, fabricante das marcas Volkswagen Caminhões e Ônibus e MAN. “Graças à nossa parceria com a Cervejaria Ambev, que já dura mais de vinte anos, fomos os primeiros a desenvolver veículos vocacionais para distribuição de bebidas. E agora, mais uma vez, saímos juntos na frente, ingressando na era elétrica”.
Desenvolvidos no Brasil, os veículos trazem soluções de última geração para logística verde, como sistemas inteligentes para ajustar a demanda da bateria conforme a operação e para recuperar a energia da frenagem. Os caminhões podem chegar a uma autonomia de até 200 quilômetros, de acordo com a aplicação e a configuração do veículo. O nível de ruído é extremamente baixo quando comparado aos modelos tradicionais, melhorando o conforto do motorista e seus ajudantes na operação. O VW e-Delivery será produzido pela VWCO, junto com seus parceiros no Consórcio Modular, na fábrica instalada em Resende (RJ).