Seguidores

Pesquisar este blog

quinta-feira, 20 de outubro de 2016



Regras para a energia solar no Brasil

fonte: http://www.portalsolar.com.br


Saiba quais foram as principais alterações nas regras da REN 482/12 sobre energia solar aprovadas em final do ano passado através de Audiência Pública e em vigor desde Março de 2016.




Foi aprovada através de Audiência Pública a RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 687, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2015 que altera a REN 482/12. Em outras palavras o governo está facilitando a que as pessoas e empresas possam produzir a sua própria energia com a Luz do Sol.

As principais alterações nas regras da REN 482/12 são as seguintes:

Conforme a nova redação dada ao Artigo 7º da REN 482/2012 pela nova REN 687/2015, os créditos de energia elétrica adquiridos por proprietários de micro e minigeração participantes do Sistema de Compensação de Energia Elétrica serão calculados com base em todas os componentes da tarifa de energia elétrica, ou seja, integralmente:

O consumo de energia elétrica ativa a ser faturado na unidade consumidora onde se localiza a microgeração ou minigeração distribuída é a energia consumida, deduzidos a energia injetada e eventual excedente de energia acumulado em ciclos de faturamentos anteriores.

Isso vale para as modalidades de consumo local, autoconsumo remoto e também geração compartilhada:
Para a utilização dos créditos de energia em local diferente da unidade a compensação deve ser realizada sobre todas os componentes da tarifa em R$/MWh;

Com isso, é eliminado o risco de perda de valor dos créditos de energia da micro e minigeração e assim viabiliza-se o modelo de negócio de geração compartilhada solar fotovoltaica. Uma grande conquista para o setor fotovoltaico.

Adicionalmente, a revisão da REN 482/2012 trouxe inúmeras melhorias importantes ao modelo de micro e minigeração do país, posicionando o Brasil na vanguarda das políticas de incentivo ao desenvolvimento da geração distribuída junto à população. As principais são:
  1. Estabelecimento das modalidades de autoconsumo remoto e geração compartilhada.
  2. Possibilidade de compensação de créditos de energia entre matrizes e filiais de grupos empresariais.
  3. Sistemas de geração distribuída condominiais (pessoas físicas e jurídicas).
  4. Ampliação da potência dos sistemas fotovoltaicos de 1 MW para 5 MW.
  5. Ampliação da duração dos créditos de energia elétrica de 36 meses para 60 meses.
  6. Redução dos prazos de tramitação de pedidos junto às distribuidoras.
  7. Padronização dos formulários de pedido de acesso para todo o território nacional.
  8. Submissão e acompanhamento de novos pedidos pela internet a partir de 2017.
  9. Correção de obstáculos criados com pedidos de alteração de padrão de entrada, conforme nova redação do PRODIST:
Para conexão de microgeração ou minigeração distribuída em unidade consumidora existente sem necessidade de aumento da potência disponibilizada, a distribuidora não pode exigir a adequação do padrão de entrada da unidade consumidora em função da substituição do sistema de medição existente, exceto se:

a) for constatado descumprimento das normas e padrões técnicos vigentes à época da sua primeira ligação ou
b) houver inviabilidade técnica devidamente comprovada para instalação do novo sistema de medição no padrão de entrada existente.

O trabalho das empresas e das associações do setor foi essencial para esta conquista, e sem a contribuição de todos eles isto não seria possível. Parabéns a todos que participaram ativamente desta consulta pública que resultou na melhoria do mercado de geração distribuida de energia solar no Brasil.

Deixamos também um parabéns para ABSOLAR pois eles vem trabalhando neste projeto durante todo o ano de 2015 e esta foi sem dúvida uma das contribuições mais relevantes deles ao segmento de geração distribuída solar fotovoltaica.

Baixe aqui a REN 687/2015 aqui.

Atenção: a revisão da REN 482/2012 entrará em efeito a partir de março de 2016.

FONTE: http://www.portalsolar.com.br



ABNT publicou normas para sistemas de geração fotovoltaica no Brasil

Fonte: http://www.fiepr.org.br




Após um trabalho de dois anos resultou na criação das normas ABNTNBR 16.149, ABNTNBR 16.150 e NBR/IEC 62116, publicadas em 1º e 4 de março deste ano com o intuito de normatizar a interface (inversores) de conexão do sistema de geração FV às redes de distribuição, bem como especificar os procedimentos de ensaio para os mesmos.
 
A norma de requisitos é a ABNTNBR 16.149 e a de procedimento de ensaios são as: ABNTNBR 16.150 e NBR/IEC62116. ABNTNBR 16.149 – Sistemas fotovoltaicos (FV) – Características da interface de conexão com a rede elétrica de distribuição: ABNTNBR16.150 – Sistemas fotovoltaicos (FV) – Características da interface de conexão com a rede elétrica de distribuição – Procedimento de ensaio de conformidade e NBR/IEC62116 – Procedimento de ensaio de anti-ilhamento para inversores de sistemas fotovoltaicos conectados à rede elétrica.
 
Para o especialista, a indústria brasileira ganha com a criação da norma, por ser capaz de fornecer praticamente toda a instalação e equipamentos constantes na regulamentação, com exceção das células fotovoltaicas, ainda importadas pelo País. “O benefício envolve consumidores e distribuidores, pois a norma estabelece formas, condições, responsabilidades, planejamento, operação, medição e penalidades relacionadas ao sistema de energia solar e mostra que o Brasil começa a pensar de forma organizada sobre o desenvolvimento desta energia renovável no País”, comenta.
 
“As normas brasileiras têm caráter direto de lei, portanto sua divulgação é fundamental. O INMETRO, no ultimo seminário do INOVA em Campinas, anunciou que estará emitindo uma nova RAC (Regulamentação de Avaliação de Conformidade) chamando estas normas para as dos inversores conectados a rede. O objetivo do Procobre é mostrar que o investimento no setor de energia solar pode gerar importante contribuição para a mudança no mapa da energia renovável no Brasil”, avalia Antônio Maschietto, diretor-executivo do Procobre.
 
Dados de 2011 elencados na pesquisa encomendada pela International Copper Assotiation (ICA), intitulada “Energias renováveis para geração de eletricidade na América Latina: mercado, tecnologias e perspectivas”, revelam que o Brasil possuía 1,5 MW de potência instalada oriunda de geração por energia solar ligada à rede, enquanto a Alemanha, referência neste setor, registrava 18 GW de potência instalada. Atualmente já estamos com aproximadamente 7,6 MW. Ainda sobre o Brasil, da matriz elétrica nacional, 71 % provêm de fontes renováveis, sendo 69 % hidrelétricas e somente 2 % de outras fontes, em especial as usinas eólicas.
 
Segundo Gradiz, o próximo passo é dar continuidade ao terceiro projeto voltado para o setor, com foco nas regras para a instalação do sistema fotovoltaico, também com a participação do Procobre. “Esperamos concluir o projeto 064 ainda neste ano. Para o Procobre, que tem interesse direto em participar principalmente de normas que regulamentem todo e qualquer sistema de instalação elétrica de baixa tensão, o quesito instalação é de fundamental importância para a segurança e economia”, conclui.
 

Fonte:http://pub.iges.or.jp/


Avaliar Os Impactos Das Emissões Dos Atuais Planos Para Construir E Reequipar Termelétricas No Japão: Um Estudo Sobre A Eficácia Da Combinação De Políticas No Sector Da Eletricidade Em Média E Emissões De CO2 A Longo Prazo

Autor:  Kuriyama Akihisa e TAMURA Kentaro
Nota Informativa |  2016/09 |  Idioma: Inglês
Direitos de autor: IGES






segunda-feira, 10 de outubro de 2016



MME abre consulta pública sobre mercado livre

Órgão discute também aperfeiçoamento da governança dos modelos computacionais do setor


O MME abriu consulta pública para discutir a expansão do mercado livre, os benefícios e riscos envolvidos. O objetivo é subsidiar novas etapas de discussão sobre o assunto e definir versões institucionais para estimular a eficiência e inovação no setor.
O tema ficará disponível para consulta pelos próximos 30 dias, contados a partir desta quarta-feira (5/10). Os interessados podem enviar contribuições pelo site do ministério.









Fonte:www.mercadolivredeenergia.com.br
MERCADO LIVRE (ACL)   X    MERCADO CATIVO  (ACR) 

O mercado de energia no Brasil está dividido em ACR (Ambiente de Contratação Regulada), onde estão os consumidores cativos, e ACL (Ambiente de Contratação Livre), formado pelos consumidores livres.
Os consumidores cativos são aqueles que compram a energia das concessionárias de distribuição às quais estão ligados. Cada unidade consumidora paga apenas uma fatura de energia por mês, incluindo o serviço de distribuição e a geração da energia, e as tarifas são reguladas pelo Governo.
Os consumidores livres compram energia diretamente dos geradores ou comercializadores, através de contratos bilaterais com condições livremente negociadas, como preço, prazo, volume, etc. Cada unidade consumidora paga uma fatura referente ao serviço de distribuição para a concessionária local (tarifa regulada) e uma ou mais faturas referentes à compra da energia (preço negociado de contrato).
O Mercado Livre de Energia se consolida como uma forma potencial de economia, meio seguro e confiável de adquirir energia elétrica por um valor negociável. Dentro de uma cadeia produtiva, todos os insumos devem ser objeto de negociação, e a energia elétrica também deve assim ser tratada.
A principal vantagem nesse ambiente é a possibilidade de o consumidor escolher, entre os diversos tipos de contratos, aquele que melhor atenda às suas expectativas de custo e benefício.
 Tipos de Contratos no Mercado Livre de Energia
No Mercado Livre, a energia contratada pode ser convencional ou incentivada.
A energia incentivada foi estabelecida pelo Governo para estimular a expansão de geradores de fontes renováveis limitados a 30 MW de potência, como PCH (Pequenas Centrais Hidroelétricas), Biomassa, Eólica e Solar. Para esses geradores serem mais competitivos, o comprador da energia proveniente deles, chamada de energia incentivada, recebe descontos (de 50%, 80% ou 100%) na tarifa de uso do sistema de distribuição).
A energia convencional é proveniente dos outros tipos de geradores, como usinas térmicas a gás ou grandes hidroelétricas.
 Quem pode migrar para o Mercado Livre de Energia?
Existem dois tipos de consumidores no mercado livre: Consumidor Livre e Consumidor Especial.
Consumidor Especial pode ser a unidade ou conjunto de unidades consumidoras localizadas em área contígua ou de mesmo CNPJ, cuja carga seja maior ou igual a 500 kW (soma das demandas contratadas) e tensão mínima de 2,3 kV. O Consumidor Especial pode contratar apenas Energia Incentivada.
Para ter a opção de ser Consumidor Livre, cada unidade consumidora deve apresentar demanda contratada a partir de 3.000 kW e tensão mínima de 69 kV, para data de conexão elétrica anterior a julho/1995, ou 2,3 kV, para ligação após julho/1995. O Consumidor Livre Convencional pode contratar Energia Convencional ou Incentivada.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Fio supercondutor de 12 mm transportará energia de três usinas



Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/


Este é um dos protótipos do cabo supercondutor, fabricado por uma das empresas parceiras do projeto. [Imagem: IASS]


Reforma da rede elétrica
Com o crescimento econômico e o aumento na demanda de energia, praticamente todas as regiões do mundo estão precisando repensar suas grandes linhas de transmissão de longa distância.
A Europa tem anunciado projetos para a reforma de seu sistema elétrico nos quais se destacam três elementos fundamentais:
  1. Uso de fontes renováveis.
  2. Migração da corrente alternada para a corrente contínua.
  3. Uso de supercondutores.
O grande exemplo continental do uso de fontes renováveis é a Alemanha, onde as geradoras de energia fotovoltaica e eólica representaram 33% do suprimento de eletricidade em 2015.

Dos fios metálicos aos fios supercondutores
A adoção em larga escala das fontes renováveis, contudo, exigirá a construção de linhas de transmissão que deem suporte à descentralização das fontes geradoras, que deverão ser cada vez mais constituídas por empreendimentos de menor porte, e até residenciais.
Assim, o esforço todo se concentra mesmo na reforma das grandes linhas de transmissão de energia de longa distância.
sistema de corrente contínua pode ser mais eficiente do que o atual sistema baseado em corrente alternada.
O grande problema é que o transporte de eletricidade por cabos de cobre e alumínio tem que lidar com as perdas geradas pela resistência elétrica desses metais. A resistência faz com que os fios aqueçam, o que significa perda de energia - uma perda de até 10% de toda a energia gerada.
A saída então será a adoção de supercondutores, materiais que conduzem a eletricidade sem qualquer resistência. O grande desafio é que esses materiais só funcionam em temperaturas criogênicas, exigindo sistemas de arrefecimento que os tornam caros. A questão é saber se o custo adicional vale a perda atual de energia pelo calor.

        Algumas empresas estão apostando na fabricação de fitas supercondutoras. [Imagem: Cortesia Fujikura/Divulgação]


Era dos supercondutores
Os engenheiros estão fazendo sua parte procurando supercondutores mais baratos.
Uma equipe italiana anunciou que descobriu uma forma de criar fios dediboreto de magnésio, um dos supercondutores de mais alta temperaturaque se conhece. Para isso, o diboreto de magnésio, que até agora só podia ser fabricado na forma de pó, é sinterizado no interior de tubos de cobre ou níquel.
Agora, uma equipe do Instituto de Estudos Avançados de Sustentabilidade, na Itália, em colaboração com o CERN, que dirige o LHC, está se preparando para fazer os primeiros testes desses novos fios supercondutores.
Se tudo correr conforme os planos, um fio supercondutor de 12,5 milímetros de diâmetro deverá conduzir 10.000 amperes de corrente contínua a uma tensão entre 200 e 320 kV. Isto é praticamente toda a energia gerada simultaneamente por três grandes usinas.
Se o teste tiver sucesso - sobretudo se o sistema de arrefecimento funcionar a contento - pode estar aberto o caminho para um novo sistema de transmissão de energia de longa distância. Pode estar vindo aí a era dos supercondutores.

   Os testes deverão bater o recorde mundial de corrente elétrica por supercondutores em condições próximas ao uso prático. [Imagem: National Institutes of Natural Sciences]

segunda-feira, 3 de outubro de 2016






Estados Unidos não atingirão metas climáticas traçadas em  Paris se não agir, diz estudo

Fonte: http://www.sciencemag.org/news/2016/09/united-states-will-miss-paris-climate-targets-without-further-action-study-finds?utm_campaign=news_weekly_2016-09-30&et_rid=165422354&et_cid=850581







Por Warren Cornwall26 de setembro de 2016, 11:15

Embora a administração Obama anunciou recentemente que vai assinar oficialmente o acordo sobre alterações climáticas forjada em Paris há quase um ano, fazendo bom na promessa do negócio para conter gases de efeito estufa poderia ser um trecho, um novo estudo conclui.

Mesmo que os Estados Unidos implementa todas as políticas atuais e propostas, ele iria perder o seu alvo 2025 em até 1,5 bilhões de toneladas de dióxido de carbono por ano, cerca de 20% das emissões totais do país, segundo a análise publicada hoje na Nature Climate mudança . A meta 2025 é reduzir gases de efeito estufa 26% a 28% abaixo dos níveis de 2005 para baixo para entre 4,5 bilhões e 5,5 bilhões de toneladas métricas.

Um grande desafio para os esforços dos EUA para reduzir as emissões de gases de efeito estufa vem esta semana, como um corte de circuito Federal ouve argumentos mais um desafio para grande iniciativa mudança climática da Casa Branca, Agência de os EUA de Proteção Ambiental de regulamentos (EPA) visando as emissões das usinas de energia. Mesmo se o chamado plano de energia limpa sobrevive à manopla legal, no entanto, os Estados Unidos ainda está aquém no cumprimento das suas reduções prometidas para 2025, sem esforços adicionais significativos, de acordo com pesquisadores do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, do governo federal em Berkeley, Califórnia .

Os Estados Unidos poderiam chegar mais perto de cumprir a barra de 2025, se o plano de energia limpa mantém-se, e os formuladores de políticas dos EUA empilhar sobre novas medidas. Aqueles poderia incluir mais regulamentos de electricidade, e parar vazamentos de metano a partir da perfuração de dutos e gás. Mas, mesmo assim, os Estados Unidos iriam atingir a meta apenas no cenário mais otimista, os autores concluem, e é provável que perca por meio bilhão de toneladas ou mais.

Ainda assim, o autor está tendo uma visão de vidro meio cheio dos resultados. "Eu vejo isso como um melhor esforço nível, e espero que com o movimento contínuo na direção certa, nós vamos ser capazes de chegar lá", diz Jeffery Greenblatt , um analista de política de gases de efeito estufa na Divisão de Análise de energia e os impactos ambientais do laboratório. "Se os EUA caiu um pouco aquém de seu objetivo, eu não acho que as pessoas se redondamente criticá-los."

Análise vai fundo

Na preparação para a conferência de Paris, a maioria dos países do mundo, incluindo os Estados Unidos, apresentou metas que teria como objectivo alcançar, conhecido como pretendido Contribuições determinado a nível nacional, ou INDCs. Estes compromissos de oferecer o relato mais detalhado do que os países dizem que vão fazer para enfrentar a mudança climática.

O estudo é o mais recente e uma das análises mais abrangentes da distância entre as promessas de Paris do Reino Unidos e políticas reais. É também a primeira vez por cientistas federais.

Os resultados estão no mesmo patamar como estudos emitidos anteriormente por uma série de grupos de reflexão, com algumas ressalvas importantes. Fechando a lacuna ficou um pouco mais difícil no novo estudo em grande parte graças a uma pesquisa recente mostrando que as emissões de metano, um potente, mas de curta duração gases de efeito estufa são maiores do que se pensava anteriormente. E o novo estudo torna explícita a incerteza potencial de cada política, mostrando uma série de possíveis desfechos em vez de um único número.

Karl Hausker , analista de políticas na organização sem fins lucrativos World Resources Institute, em Washington, DC, diz que o novo estudo mostra que, embora a Casa Branca de Obama Barack fez progressos ao longo de 8 anos ", não há mais o próximo presidente vai ter que fazer para obter lá. "Mas, diz ele," este relatório não diz que é impossível. Este relatório não dizer que é tecnicamente inviável ou vai destruir a economia. "

Stephen Eule tem uma visão menos otimista. O vice-presidente para o clima e tecnologia da Câmara de Comércio dos EUA Institute for 21st Century Energia, em Washington, DC, diz que o novo estudo reafirma que o governo terá de cavar ainda mais para mais reduções de emissões, inclusive em setores como cimento e petroquímica. "Realmente terceiro setor o maior de emissões é o setor industrial. Ninguém está falando sobre regulação do setor industrial. E eu acho que sei o porquê: porque é um assassino do trabalho ", diz Eule.

chave Plano Clean Power

O estudo ressalta a importância do Plano Clean Power da EPA para cumprir as promessas de mudanças climáticas. É esperado para reduzir as emissões de 240 milhões de toneladas em 2025, quase a metade do total de cortes contidos na regulamentação em vigor ou propostos. Para ajudar a fechar a lacuna restante, Greenblatt e seu ponto de co-autor para reduções potenciais de uma "reforçada" regra EPA que poderiam adicionar mais 407 milhões de toneladas métricas em cortes. Mas o estudo oferece poucos detalhes sobre o que os regulamentos adicionais seria.

Enquanto isso, o destino do plano de energia existente permanece em dúvida. Em 27 de Setembro, o Tribunal de Apelação dos EUA para o Distrito de Columbia Circuit ouve argumentos em um caso desafiando os regulamentos, interpostos por uma coligação de 27 estados. A Suprema Corte dos Estados Unidos colocou uma retenção sobre as regras da EPA, enquanto a luta jurídica se desenrola.

O novo estudo inclui outras estratégias além das actuais políticas para ajudar a alcançar os 2025 gols: estancar vazamentos de metano (121 milhões de toneladas), reduzindo o uso de produtos químicos de refrigeração que são poderosos gases de efeito estufa (67 milhões de toneladas), e aumentar os padrões de eficiência para aparelhos e edifícios (29 milhões de toneladas cada).

Novas medidas poderiam incluir pressionando por mais energia renovável; um corte agressivo no uso de carvão e gás natural para produzir eletricidade; uma maior utilização de carros elétricos, biocombustível e combustível de hidrogênio; mudanças nas práticas agrícolas; e colocar um preço sobre a poluição de carbono. Mas o estudo não diz o quanto cortes adicionais viriam de cada uma dessas ações.

Estados Unidos ainda líder do clima

Embora o caminho dos EUA para cumprir as suas promessas é incerto, ele fez mais progressos do que alguns outros países, diz Bill Hare, um cientista do clima e CEO da Climate Analytics, uma empresa sem fins lucrativos de consultoria mudanças climáticas em Berlim. A empresa de Hare é parte do Climate Action perseguidor , um consórcio europeu de grupos privados e governamentais que analisam os compromissos relativos às alterações climáticas de países ao redor do mundo.

Políticas em alguns outros países, incluindo Austrália e Canadá , ameaçam levá-los mais longe de seus alvos, diz ele. Outros, como a Índia , são esperados para ver grandes aumentos nas emissões futuras. Em comparação, Hare diz, o esforço dos EUA ", fica relativamente perto, a 500 megatons. Então isso não é ruim. "

Tudo dito, o consórcio estima que as atuais políticas ao redor do mundo se traduzem em um aumento de 3,6 ° C da temperatura média até 2100, em comparação com os níveis pré-industriais, bem acima do limite de 2 ° C frequentemente observado por cientistas, ou a meta de 1,5 ° C previsto em Paris.

Atualizado, 2016/09/27, 01:40 p.m .: No último parágrafo, o aumento médio previsto na temperatura até 2100 foi erroneamente. Ele é de 3,6 ° C, com um limite superior de 4,9 ° C

Publicado em: Meio AmbientePolítica

DOI: 10.1126 / science.aah7344






Se utilizadas com critério, as águas subterrâneas podem ser um importante recurso complementar para o enfrentamento da crise hídrica. No entanto, a perfuração indiscriminada e poços e o consumo excess ivo estão levando os aquíferos da Região Metropolitana de Recife ao limite de uma salinização irreversível. Ao mesmo tempo, os aquíferos da Região Metropolitana de São Paulo – que poderiam, com baixo investimento e em prazo relativamente curto, proporcionar um aporte adicional de 1 metro cúbico de água boa por segundo – encontram-se subutilizados. O duplo alerta foi feito pelo pesquisador Ricardo Hirata, do Centro de Pesquisas de Águas Subterrâneas (Cepas-USP) do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo. POR José Tadeu Arantes, Agência FAPESP

                                      Confira reportagem aqui...