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terça-feira, 13 de junho de 2017



Sistemas solares residenciais no Brasil já têm custo equiparado aos dos EUA

Fonte:www.energia.sp.gov.br






Estudo aponta preço médio no país de R$ 7.500 para sistemas de 5 kWp e de R$ 5.570 para modelos de 100 kWp


O custo de sistemas solares residenciais no Brasil já se encontra, em média, na mesma faixa que em mercados como Estados Unidos e Chile. É o que aponta o estudo “O Mercado Brasileiro de Geração Distribuída Fotovoltaica”, produzido pelo Instituto de Desenvolvimento de Energias Alternativas na América Latina e pela Câmara de Comércio Brasil-Alemanha do Rio de Janeiro. O preço médio no país de R$ 7.500 para sistemas de 5 kWp está mil reais inferior ao custo verificado no mesmo trabalho realizado ano passado.
O relatório mostra uma queda acentuada nos valores de sistema solares em geral, e preços especialmente baixos para modelos de grande porte, acima de 100 kWp, cujo custo médio verificado atualmente é de R$ 5.570 o kWp. De acordo com o trabalho, o custo total de instalação de um sistema de energia solar para uma residência de classe média com quatro moradores varia de R$ 16 mil a R$ 23 mil, dependendo do estado em que está localizada a unidade consumidora e das dimensões do sistema.
Lançado na semana passada, o estudo ouviu 350 empresas de energia solar que atuam no Brasil para traçar o cenário do mercado nacional. De acordo com o diretor-adjunto da AHK-RJ, Philipp Hahn, a queda nos preços tem sido uma constante nos últimos anos e deve continuar por mais algum tempo, na medida em que as empresas brasileiras tiverem mais experiência e ganhos de escala. Grande parte dos consumidores ainda acha o custo impeditivo, quando na verdade é mais baixo que a ideia geral que se tem da tecnologia.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Parques eólicos no Araripe

Fonte:http://www.impresso.diariodepernambuco.com.br

Casa dos Ventos inaugurou um dos maiores complexos do país e da América Latina, capaz de produzir energia para abastecer 400 mil casas

POR: ROCHELLI DANTAS





Com investimento de R$ 1,8 bilhão, a Casa dos Ventos inaugurou o Ventos do Araripe III, um dos maiores complexos eólicos no Brasil e América Latina. Localizado na Chapada do Araripe na divisa entre os estados de Pernambuco e Piauí, o projeto chama atenção pelos números: são 14 parques (cinco em Pernambuco e nove no Piauí), 156 aerogeradores e potência instalada de 359 Mega Watts (MW) - energia suficiente para abastecer 400 mil casas. A área onde as torres estão instaladas possui 87 hectares.
Além da implantação dos parques, o projeto inclui a construção de uma linha de transmissão de 35 quilômetros para conectá-lo ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Essa etapa demandou um investimento de R$ 150 milhões adicionais. “Essa é a maior linha construída de forma privada para energia eólica”, afirmou o diretor de Novos Negócios da Casa dos Ventos, Lucas Araripe. A implantação do projeto foi viabilizada por três leilões de energia realizados em 2013 (A-5) e 2014 (A-5 e de reserva). “Estamos inaugurando em antecipação aos contratos dos leilões. Enquanto eles não começam a demandar nossa energia, iremos vender no mercado livre, e já temos alguns contratos assinados”, contou Araripe. A partir do início dos contratos trabalharemos uma tarifa definida com diversas distribuidoras do país.

A construção teve início em 2015 e gerou 1,5 mil empregos diretos. Com o fim das obras, 30 empregos estão mantidos. Cerca de 70 famílias de Araripina (PE) e Simões (PI) arrendaram suas propriedades para instalação de aerogeradores. Os contratos permitem que os proprietários recebam mensalmente uma quantia calculada a partir da energia gerada. A estimativa é de que, ao todo, mais de R$ 5 milhões sejam pagos a esses moradores.

De acordo com o governador Paulo Câmara, a energia eólica é a garantia de um meio ambiente limpo. “É importante continuar nesse caminho, mostrando que é possível, mesmo em momentos difíceis, avançar com ideias inovadoras e que aproveitem a potencialidade de cada estado”, ressaltou o governador do estado, Paulo Câmara. Nos últimos dois anos, a companhia deu início à operação de cinco complexos eólicos, totalizando 1,1 GMW e R$ 6,5 bilhões de investimento no Nordeste. Dos parques inaugurados, dois foram em Pernambuco.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

CO2 vira combustível líquido com sistema de baixo custo


Fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br





O mesmo catalisador faz as duas partes da reação. [Imagem: Marcel Schreier et al. - 10.1038/nenergy.2017.87]

CO2 vira combustível

Cientistas suíços criaram o primeiro sistema de baixo custo para quebrar o dióxido de carbono (CO2) em monóxido de carbono (CO) e oxigênio (O), uma meta longamente perseguida para transformar o gás de efeito estufa em combustível líquido.
A eletrólise do CO2 é o primeiro passo para viabilizar essa fonte de energia limpa, mas os catalisadores disponíveis até agora não são seletivos o bastante e, além disso, são caros demais para viabilizar uma operação em escala industrial.
Quem está mudando esta história é a equipe do professor Michael Gratzel, do Instituto Politécnico Federal de Lausanne, o mesmo grupo pioneiro na criação das células solares de plástico.
E a novidade leva uma pitada importante das células solares.
Fotoeletrolisador
A equipe desenvolveu um catalisador formado por nanofios de óxido de cobre e óxido de estanho. O óxido de estanho evita a geração de subprodutos indesejados, que normalmente surgem dos catalisadores feitos somente de cobre. O resultado é CO puro.
Marcel Schreier e Jingshan Luo queriam mais, e então acoplaram o catalisador a uma célula solar de tripla junção (GaInP/GaInAs/Ge), formando um fotoeletrolisador de CO2 - as moléculas de CO2 são quebradas com energia solar.
O sistema ainda usa o mesmo catalisador como catodo para reduz o CO2 em CO e como anodo para oxidar a água para oxigênio através do que é conhecido como a "reação de evolução do oxigênio", com os gases sendo separados por uma membrana bipolar.
"Esta é a primeira vez que um catalisador bifuncional e de baixo custo é demonstrado. Muito poucos catalisadores - com a exceção dos caros, como ouro e prata - conseguem transformar seletivamente o CO2 em CO em água, o que é crucial para aplicações industriais," disse Schreier.
Bibliografia:

Solar conversion of CO2 to CO using Earth-abundant electrocatalysts prepared by atomic layer modification of CuO
Marcel Schreier, Florent Héroguel, Ludmilla Steier, Shahzada Ahmad, Jeremy S. Luterbacher, Matthew T. Mayer, Jingshan Luo, Michael Grätzel
Nature Energy
Vol.: 2, 17087
DOI: 10.1038/nenergy.2017.87




Cientistas descobrem sem querer como transformar CO2 em etanol


Fonte: engenhariae.com.br/meio-ambiente




O sonho de transformar gás carbônico em uma fonte de energia renovável pode estar mais próximo do que se imagina. Cientistas do Tennessee, nos Estados Unidos, descobriram acidentalmente uma forma de transformar dióxido de carbono (CO2), um dos gases do efeito estufa, em etanol. A invenção é promissora e pode ter grande impacto para amenizar as mudanças climáticas. As informações são do Oak Ridge National Laboratory.

A descoberta inesperada aconteceu por conta de um estudo realizado para transformar o CO2 em um combustível útil. Para surpresa dos cientistas, logo na primeira etapa do procedimento eles obtiveram etanol – um combustível que pode ser facilmente usado em veículos e geradores de energia, entre outras finalidades. A invenção é tema do artigo científico publicado pelos pesquisadores no periódico ChemistrySelect .
Segundo a publicação norte-americana Popular Mechanics , especializada em ciência e tecnologia, os pesquisadores do Laboratório Nacional de Oak Ridge fizeram uso de elementos simples e facilmente encontrados na natureza, como carbono e cobre que, aliados a nanotecnologia, conseguem resultar num processo eletroquímico eficiente, barato e que pode ser reproduzido em escala.
Outro grande benefício observado é que o procedimento para obtenção do etanol pode ser realizado em temperatura ambiente. Com isso, evita a necessidade de grande quantidade de energia para alterar a temperatura e, consequentemente, diminui o custo de produção. Além disso, ao usar temperatura ambiente, as máquinas podem ser ligadas com facilidade e, desta forma, o processo de conversão é iniciado mais rapidamente.
“A descoberta também pode ser um apoio às fontes de energias renováveis intermitentes, como a solar e eólica”, explica Adam Rondinone, cientista responsável pela pesquisa. “Um processo como esse permite consumir a eletricidade excedente na rede elétrica para fazer e armazenar etanol”, diz.
Novos estudos já estão em andamento para tornar a tecnologia recém-descoberta mais eficiente. Se os cientistas obtiverem sucesso, talvez em breve seja possível realizar uma captura de carbono em larga escala.
Como funciona
Por meio de um catalisador feito de carbono, cobre e nitrogênio, os cientistas usaram a nanotecnologia para desencadear uma reação química complicada que, basicamente, reverte o processo de combustão. Durante o processo, a solução de dióxido de carbono (CO2) dissolvido em água foi transformada em etanol com um rendimento de 63%.
Adam Rondinone diz que esse tipo de reação eletroquímica geralmente resulta numa mistura de vários produtos diferentes em pequenas quantidades. “O etanol foi uma surpresa – é extremamente difícil ir diretamente do dióxido de carbono para o etanol com um único catalisador”, comenta.
A novidade do catalisador reside na sua estrutura que possui nanopartículas de cobre integradas aos filamentos de carbono. Esse processo de nanotexturização evita o uso de metais caros ou raros, como a platina, que tornaria o projeto economicamente inviável para ser reproduzido em grande escala.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Novo material pode transformar a luz, o calor e o movimento em energia elétrica de uma vez

Fonte:http://www.iflscience.com/technology






Cientistas da Universidade de Oulu descobriram um novo material capaz de transformar diferentes tipos de energia em eletricidade. O material é um tipo de cristal perovskita, uma família de cristais já conhecida por poder transformar certos tipos de energia em eletricidade.
O novo material, conhecido como KBNNO (com base na sua fórmula química), pode converter calor, luz visível e mudanças de pressão na eletricidade. Como outros cristais de perovskite, o KBNNO é ferroelétrico. O material é organizado em dipolos elétricos, minúsculas agulhas semelhantes a bússola, e quando ocorre uma mudança física, o desalinhamento dos dipolos, criando uma corrente.
O estudo, publicado em Applied Physics Letters , expande estudos anteriores que revelaram que o KBNNO converte eletricidade da luz visível, embora este tenha sido testado a temperaturas de alguns graus abaixo de zero.
A nova pesquisa foi conduzida à temperatura ambiente. A equipe estudou a habilidade da KBNNO para transformar a luz em eletricidade, enquanto observava também como o material reagiu sob pressão e quando a temperatura mudou. Esta foi a primeira vez que todas essas propriedades foram avaliadas ao mesmo tempo.
Os dados mostram que, embora o material possa usar todas essas mudanças para produzir eletricidade, não é tão bom quanto os cristais específicos que são mais especializados. No entanto, os pesquisadores são realmente bastante otimistas de que podem melhorá-lo.
"É possível que todas essas propriedades possam ser sintonizadas até um ponto máximo", disse o autor principal, Yang Bai, em uma declaração .
Um material como esse tem várias aplicações na indústria, incluindo a capacidade de carregar dispositivos de fontes ambientais sem a necessidade de conectá-las.
"Isso empurrará o desenvolvimento da Internet de Coisas e cidades inteligentes, onde sensores e dispositivos que consomem energia podem ser sustentáveis ​​em energia", acrescentou Bai.
Os pesquisadores estão planejando desenvolver um protótipo no próximo ano, e se eles conseguirem encontrar o cristal certo, a comercialização desta tecnologia não estará bem abaixo da linha.







sexta-feira, 2 de junho de 2017

Comentário: 

Blog mostra as consequências da decisão do presidente Trump sob o ponto de vista dos americanos.

Nossa opinião: 

Diante das evidências reais que são demonstradas por ninguém menos que a NASA, como é possível admitir que a autoridade mais poderosa do mundo tome uma decisão dessas??? 

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"Estamos saindo": 

Trump tira dos EUA do acordo climático de Paris


Fonte:www.greenbiz.com/article

Lauren Hepler - Escritora sênior / Grupo GreenBiz
Quinta-feira, 1 de junho de 2017 





O presidente Donald Trump, em um discurso amplo e às vezes conspirativo na quinta-feira, anunciou que ele vai  retirar os Estados Unidos do marco do acordo climático de Paris negociado por mais de 140 países no final de 2015.
Aviso sobre a "redistribuição maciça da riqueza dos Estados Unidos", Trump descreveu sua decisão de se retirar em termos econômicos, dizendo que o acordo compromete os empregos domésticos e as indústrias de energia.
Embora as primeiras indicações sejam que uma retirada completa dos EUA poderia levar até o final do mandato eleito de Trump em 2020 para completar formalmente, o presidente prometeu interromper imediatamente os esforços de implementação. Ainda assim, ele disse, a administração consideraria outra estrutura climática - talvez.
"Os Estados Unidos vão se retirar do acordo climático de Paris, mas começam as negociações para voltar a entrar no acordo climático de Paris ou uma transação totalmente nova", disse Trump durante a conferência de imprensa, que foi transmitida ao vivo on-line. "Então, estamos saindo, mas vamos começar a negociar e veremos se podemos fazer um acordo. Se pudermos, é ótimo. Se não pudermos, está tudo bem".
Com o movimento, que Trump repetidamente prometeu na campanha, os Estados Unidos juntam-se à Síria e à Nicarágua em busca do acordo de Paris. Entre as disposições mais concretas no acordo, destinadas a limitar as temperaturas médias globais, aumentam para 1,5-2 graus Celsius, são metas nacionais de redução de emissões e um fundo global de mitigação de mudanças climáticas de US $ 100 bilhões.
Na conferência de imprensa do Rose Garden, Trump tentou remeter uma linha entre atacar termos benéficos para outros signatários do acordo de Paris - a saber, a China, a Índia e a União Européia -, insistindo que os Estados Unidos poderiam manter proteção ambiental sem uma estratégia climática abrangente.
"Nós seremos os mais limpos", disse Trump, cuja administração  já se mudou para reverter as regras de água e energia da era de Obama. "Nós vamos ter o ar mais limpo. Nós vamos ter a água mais limpa".
Citando estatísticas de uma única empresa de consultoria chamada National Economic Research Associates, Trump disse que o acordo de Paris "poderia custar a América tanto quanto 2,7 milhões de postos perdidos até 2025". Ele destacou as indústrias de papel, automotivo, cimento e energia como aqueles em risco de contração em caso de esforços climáticos mais agressivos.
"Eu adoro as minas de carvão", disse Trump. "As minas estão começando a abrir. Estamos tendo uma grande abertura em duas semanas. Eles me perguntaram se eu iria. Eu vou tentar".

Empresas divididas

Uma enxurrada de condenações da decisão de Trump e reconfirmação do acordo de Paris por empresas individuais, governos locais e organizações não governamentais surgiu rapidamente na sequência da proclamação oficial, rumores de dias.
O Sierra Club chamou a decisão de Trump de "uma exibição histórica de ignorância", enquanto executivos como o fundador de Tesla e SolarCity, Elon Musk, se mudaram para se distanciar da administração.
 A mudança climática é real. Deixar Paris não é bom para a América ou para o mundo.

- Elon Musk (@elonmusk) 1 de junho de 2017
Nos últimos dias, outros reafirmaram declarações conjuntas anteriores da oposição do mundo corporativo à retirada.
Os principais pontos de disputa foram a retirada do acordo de Paris que poderia sufocar o mercado de energia limpa corporativa. Dado que muitas empresas estabeleceram metas de emissões internas, o acordo também foi enquadrado por alguns como um sinal para o mercado que era hora de começar a investir em tecnologias limpas a longo prazo.
Caro presidente Trump, como algumas das maiores empresas nos EUA, pedimos que você mantenha os EUA no Acordo de Paris. Pic.twitter.com/ztSXyYtRrm

- Marc Benioff (@Benioff) 1 de junho de 2017
Ainda assim, em meio a uma batalha política que supostamente enfrentou o chefe do conselheiro Trump e crítico de ação climática Steve Bannon (um tanto ironicamente) contra a Secretária de Estado e o ex-CEO da Exxon Mobil, Rex Tillerson, outra divisão ficou evidente entre as empresas.
Embora muitas marcas de consumidores conhecidas e empresas da indústria de tecnologia tenham sido firmes em seu apoio ao acordo de Paris, as empresas de outras indústrias continuaram pressionando os esforços para impedir novas medidas climáticas.
Um grupo de 22 senadores dos EUA que receberam mais de US $ 10 milhões em contribuições de doadores do setor de petróleo e gás desde 2012, por exemplo, na semana passada enviou uma carta a Trump encorajando o presidente a prosseguir com a retirada, informou o Guardian .
Na sede do NRDC em San Francisco em 31 de maio, o senador Tom Carper (D-Delaware), que se senta no Comitê do Senado sobre Meio Ambiente e Obras Públicas, disse: " Existe a interseção entre uma política ambiental sólida e uma política comercial sólida. Do governo federal é investir em pesquisa e desenvolvimento de [tecnologia limpa], ajudar a criar um mercado e ajudar a iniciá-lo através de políticas fiscais para tecnologia de células de combustível, energia eólica e solar ".

Preenchendo o vazio

Como exatamente a decisão de Trump se traduz em termos reais em grande parte continua a ser vista, embora existam várias maneiras específicas pelas quais os Estados Unidos foram originalmente destinados a apoiar o acordo climático.
Mesmo antes do anúncio da Casa Branca da quinta-feira, as perguntas giraram sobre quais governos ou outras instituições podem estar dispostos ou capazes de preencher o vazio na ausência do apoio dos EUA. Na quarta-feira, a BBC informou que uma próxima declaração conjunta dos líderes chineses e da União Européia chamará o acordo "um imperativo mais importante do que nunca" e reafirma o "maior compromisso político" das nações para a implementação.
Entre as outras entidades políticas que pesaram sobre a decisão antecipada, o porta-voz do governo russo, Dmitry Peskov, que a revista britânica The Independent cita como dizendo aos repórteres que o país continuará a apoiar o acordo de Paris sem o envolvimento dos EUA.
"O presidente Putin assinou esta convenção em Paris. A Rússia atribui grande importância a ela", disse Peskov, na imprensa, em entrevista coletiva na quinta-feira. "Ao mesmo tempo, é evidente que a eficácia desta convenção provavelmente será reduzida sem os seus principais participantes".
Por sua parte, Trump enquadrou a decisão de Paris como uma das muitas questões a serem observadas.
"Um por um, estamos cumprindo as promessas que fiz", disse Trump. "Os frutos do nosso trabalho serão vistos muito em breve".