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sexta-feira, 5 de maio de 2017


Brasil investe US$ 5,4 bilhões e instala 2 GW de eólicas em 2016

Capacidade instalada da fonte cresceu 23% no ano passado, passando a somar 10,75 GW, ou 7% da matriz de geração no país






Veja aqui Boletim_Anual_de_Geracao_Eolica_2016


O Boletim Anual de Geração da ABEEólica está chegando a sua quinta edição recheado de números importantes do setor. No ano, foram adicionados à matriz elétrica brasileira mais 2 GW de energia eólica em 81 novos parques, fazendo com que o setor chegasse ao final de 2016 com 10,75 GW de capacidade instalada em 430 parques, representando 7% da matriz. Foram gerados mais de 30 mil postos de trabalho em 2016 e o investimento no período foi de US$ 5,4 bilhões. Números que refletem um setor vigoroso, com grande capacidade de captação de recursos e conhecimento tecnológico avançado que resulta em eficiência de implantação. 2016, o ano Olímpico, também foi de recordes para a eólica. Um exemplo: conforme dados do ONS (Operador Nacional do Sistema), no dia 5 de novembro de 2016, um sábado, 52% da energia do Nordeste veio das eólicas. Também importante mencionar que, em 2016, a geração de energia eólica cresceu 55% em relação a 2015, de acordo com a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica). Além disso, 2016 vai ser lembrado na história da energia eólica como o ano dos 10 GW, emblemática marca e fruto de vultuosos investimentos de uma indústria que se desenvolveu fortemente nos últimos sete anos e que hoje representa uma cadeia produtiva 80% nacionalizada. Foi, portanto, apesar do tumultuado cenário nacional, um ano positivo no que se refere à concretização dos projetos de energia eólica contratados nos leilões anteriores
Postado por CO2energia às 5/05/2017 06:02:00 PM
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Bateria que recarrega com luz ou célula solar e armazena energia?


Fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br





Uma das vantagens das baterias fotovoltaicas é que elas são finas e leves. [Imagem: Han-Don Um, et al. - 10.1039/C6EE03266D]

Bateria fotovoltaica
Enquanto pesquisadores canadenses não desenvolvem sua bateria solar orgânica a partir do zero, uma equipe do Instituto de Ciência e Tecnologia de Ulsan, na Coreia do Sul, deu um salto na área mesclando duas tecnologias já existentes.
Han-Don Um e seus colegas desenvolveram uma nova tecnologia de recarregamento de baterias mesclando as tradicionais células solares de silício de alta eficiência e as baterias de íons de lítio.
A bateria fotorrecarregável portátil se reabastece tanto sob a luz solar direta quanto com a luz presente em ambientes internos. Quando a luz se vai - à noite ou no escuro - a energia armazenada continua fluindo, alimentando o aparelho ao qual ela estiver conectada.
Embora nenhuma das tecnologias seja nova, o trabalho nesse campo das baterias fotovoltaicas consiste em integrar as duas tecnologias, compondo um dispositivo único - "monoliticamente integrado", como os pesquisadores o chamam.
Sistema infinito de armazenamento e conversão de energia
A equipe coreana usou uma técnica de impressão de filmes finos, por meio da qual a bateria de íons de lítio é impressa diretamente sobre o módulo fotovoltaico contendo células solares de silício miniaturizadas.
Para permitir a conexão direta dos dois sistemas de energia, tanto em termos elétricos quanto em termos de estrutura, a equipe usou uma camada de alumínio que desempenha simultaneamente o papel de coletor de corrente da bateria de lítio e de eletrodo das células solares. Isso permite que a bateria seja recarregada sem perda de energia.

O protótipo, do tamanho de um cartão de crédito, acende um LED depois de 20 segundos de recarregamento sob luz solar direta. [Imagem: Han-Don Um, et al. - 10.1039/C6EE03266D]

O protótipo se recarrega em menos de dois minutos com uma eficiência na conversão fotoelétrica-armazenamento de 7,6%.
"Este dispositivo apresenta uma solução para resolver tanto o problema de densidade de energia das baterias quanto a intermitência das células solares," disse o professor Sang-Young Lee. "Mais importante, as baterias têm potência e densidade de energia relativamente altas sob luz solar direta, o que demonstra seu potencial de aplicação como um sistema infinito de armazenamento e conversão de energia solar para uso em veículos elétricos e eletrônicos portáteis."
Bibliografia:

Monolithically integrated, photo-rechargeable portable power sources based on miniaturized Si solar cells and printed solid-state lithium-ion batteries
Han-Don Um, Keun-Ho Choi, Inchan Hwang, Se-Hee Kim, Kwanyong Seo, Sang-Young Lee
Energy & Environmental Science
Vol.: 10 (4): 931
DOI: 10.1039/C6EE03266D
Postado por CO2energia às 5/05/2017 01:56:00 PM
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quinta-feira, 4 de maio de 2017



Brasil e França ser unem em rede de pesquisa focada em energia e meio ambiente



Trata-se do Laboratoire International Associé Franco Brésilien – Energie & Environnement (L.I.A.), oficialmente instalado em 03/05/17, em cerimônia na Poli-USP.










Foi oficializada, em (3/5) a instalação do Laboratoire International Associé Franco Brésilien – Energie & Environnement (L.I.A.). A cerimônia ocorreu no Auditório Professor Francisco Romeu Landi, do prédio da Administração da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). O evento contou com a participação do vice-reitor da USP, Vahan Agopyan; do diretor da Poli, José Roberto Castilho Piqueira; do conselheiro de Cooperação e Ação Cultural Adjunto da Embaixada da França no Brasil, Philippe Martineau; do secretário adjunto de Energia e Mineração do Estado de São Paulo, Ricardo de Toledo e Silva, do presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), José Goldemberg; entre outras autoridades e pesquisadores.
O L.I.A. é, em sua essência, uma rede virtual de pesquisa focada em energia e meio ambiente. Foi criada pelo governo francês para estruturar colaborações entre equipes de pesquisa e laboratórios da França com parceiros de outros países com quem já realizam algum tipo de trabalho conjunto. A Poli já integra essa rede de pesquisa, ao lado das instituições francesas Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS), Centrale Supélec, Université Paris-Sud, Université de Lille, Centrale Lille, Ecole Nationale Supérieure de Chimie de Lille e Université d’Artois), e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
O diretor científico do Laboratório no Brasil, pelo lado da França, é Nasser Darabiha, da Centrale Supélec. Já o diretor científico brasileiro é o professor José Pissolato, da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Unicamp. O grupo de pesquisadores da Poli-USP dentro do L.I.A. é coordenado pelo professor Song Won Park, do Departamento de Engenharia Química (PQI).
A rede vai atuar por quatro anos, prorrogáveis por mais quatro, em pesquisas de fontes de energia renováveis, observando todas as suas facetas: a produção, o consumo, os impactos ambientais, a integração e interação com outras formas de energia, e as redes de distribuição.
Pesquisadores que tenham projetos nessas áreas podem entrar em contato com o professor José Pissolato ( pissolato@gmail.com) para discutir as possibilidades de cooperação e inserção no L.I.A. As principais linhas de pesquisa são: transformação da energia (focando em pesquisas sobre combustão, formação de poluentes, eficiência energética, por exemplo); redes de distribuição (integração, estocagem geração distribuída, proteção e qualidade dos serviços e outros); e meio ambiente (redução das emissões, fontes renováveis, otimização da rede de energia, gerenciamento de recursos hídricos e lixo). Veja aqui mais detalhes sobre as linhas de pesquisa.
Importância da rede – A cerimônia de instalação do L.I.A. foi aberta pelo coordenador geral do Laboratório, Nasser Darabiha, que deu as boas-vindas aos participantes e ao final do evento fez uma apresentação geral sobre o Laboratório, mencionando as instituições francesas e brasileiras que integram a rede, novos possíveis associados, sua organização institucional e as áreas de pesquisa de interesse.
A seguir, o professor Olivier Fudym, diretor do CNRS no Brasil, fez uma apresentação mais detalhada sobre o Centro, que emprega mais de 33 mil pessoas, 11.500 delas pesquisadores. “Os cientistas do CNRS publicam mais de 43 mil papers por ano e quase 60% deles são copublicações internacionais”, contou ele, ao enfatizar a importância das parcerias com outros países. Segundo ele, no âmbito do CNRS, o L.I.A. é uma das ferramentas utilizadas para apoiar pesquisas colaborativas, tornando-as perenes no tempo.
Philippe Martineau, da Embaixada da França no Brasil, citou exemplos de como a parceria franco-brasileira vem se fortalecendo ao longo do tempo, como o envio de mais de 1.200 pesquisadores franceses para trabalharem no Brasil e os mais de 1.600 artigos cujas autorias são de cientistas de ambos os países. “O L.I.A. é um dos resultados dessa cooperação rica e variada”, ressaltou. “Também representa uma abertura para novas cooperações [entre Brasil e instituições europeias], reunindo pesquisadores de primeira linha nas áreas de energia e meio ambiente”, prosseguiu.
“A rede abre um importante espaço para que pesquisadores brasileiros trabalhem em cooperação internacional. Isso aumentará as chances de participarmos, inclusive, de projetos financiados por instituições europeias e ainda nos dá mais visibilidade internacional, aumentando o impacto das nossas pesquisas, já que as pesquisas são publicadas em regime de coautoria”, ressaltou Pissolato.
Oswaldo Massambani, superintendente chefe da regional da Finep em São Paulo, lembrou que compatibilizar a produção de energia e o impacto ambiental é um tema da maior relevância para todos os países. “O Brasil assinou um compromisso internacional para redução de emissão de gases de efeito estufa, de forma que a criação do L.I.A. é muito bem-vinda”, destacou. “Esse centro é uma oportunidade nova que vai trazer muitos benefícios em termos de cooperação e fluxos de conhecimento entre França e Brasil. É certamente uma oportunidade a que outras universidades, além da USP e Unicamp, poderão aderir. A Finep está aberta para interagir com o setor empresarial, sobretudo as empresas francesas que estão no Brasil, que podem se integrar a essa iniciativa”, concluiu.
José Goldemberg, presidente Fapesp, contou que a agência de fomento paulista apoiou, entre janeiro de 1992 e abril de 2017 um total de 1.132 projetos de pesquisa em meio ambiente e 1.545 projetos em energia. Em relação aos projetos de cooperação internacional, a França ocupa posição de destaque nos financiamentos da Fundação: foram apoiados 132 projetos feitos em cooperação com franceses, atrás apenas do Reino Unido (308) e da Alemanha (136). “O estabelecimento dessa rede é da maior importância porque pode estimular novas cooperações internacionais, algo que aumenta significativamente o impacto das nossas pesquisas e leva a nossa ciência mais perto da vanguarda do conhecimento”, ressaltou.
Teresa Dib Zambon Atvars, coordenadora geral da Unicamp, afirmou que a instalação do L.I.A. abre uma importante área de colaboração conjunta em temas essenciais para a sociedade contemporânea. “Hoje não há desafios científicos e tecnológicos mais importantes do que [os existentes] nessas duas áreas, visando um assunto fundamental, que é o bem-estar dos nossos povos”, afirmou. “É um desafio imenso, que abre outras portas de colaboração com outros grupos de pesquisa em áreas como bioenergia, biocombustível e em uma área em que a Unicamp tem na pós-graduação, ambiente e sociedade”, completou.
Ricardo de Toledo e Silva, da Secretária de Energia e Mineração do Estado de São Paulo, explicou que parte das metas estabelecidas no Plano Paulista de Energia 2020, vinculada a política de energia, não foi atingida em razão da crise econômica brasileira. “O senso comum diz que a redução da atividade econômica é associada à diminuição das emissões de gases de efeito estufa, o que não é verdade. Pelo contrário: o crescimento das energias renováveis está diretamente associado ao crescimento econômico”, pontuou, explicando que isso se dá porque é preciso investimento para se mover das energias de fonte fóssil para renováveis. Segundo ele, o Plano Paulista de Energia está sendo revisto pelo governo neste momento, mas que ênfase ás energias de fonte renovável continua.
O professor José Roberto Castilho Piqueira, diretor da Poli, apontou que o Brasil tem escolas de Engenharia de alto nível, mas não é forte em todas as áreas. “A união das nossas Escolas é fundamental para promover o progresso da Engenharia do País e para transformar a Engenharia em algo que seja útil para a população e não mero balcão de negócios, como temos visto até hoje”, observou. Ele recordou que aprendeu com o professor Goldemberg que Homero já registrava, na Grécia, o problema da remoção de florestas para geração de energia. “O problema não é novo, mas é cada vez mais crítico. Precisamos colocar nosso conhecimento na solução dos problemas do Brasil e do mundo”, exortou.
Piqueira também destacou a parceria entre a Poli e as instituições francesas, lembrando dos bons resultados obtidos com o programa de duplo diploma e as discussões para criação do curso de Engenharia da Complexidade na Poli-Santos. “A França é um importante parceiro na melhoria do ensino, da pesquisa e da extensão dentro da nossa Escola”, disse.
A cerimônia foi encerrada pelo vice-reitor e professor da Poli-USP, Vahan Agopyan. Ele agradeceu a confiança dos colegas franceses. “A parceria estabelecida com o L.I.A. demonstra um reconhecimento de que temos trabalhos de pesquisa de ponta desenvolvidos e a existência de um respeito mútuo a qualidade desse trabalho”, comentou.
Ele lembrou que a colaboração com a França está na gênese da constituição da USP e citou os mais de 20 anos de cooperação entre a Poli e as escolas de Engenharia francesas. “Internacionalização, para nós, é ferramenta imprescindível para alcançarmos patamares mais elevados de qualidade. Por isso, este Laboratório está sendo uma consequência dessa internacionalização”, finalizou.



Postado por CO2energia às 5/04/2017 05:15:00 PM
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quarta-feira, 3 de maio de 2017



Mundo Instalou Quase 4 “Itaipus” de Energia Eólica em 2016.

Fonte: http://leonardo-energy.org.br/noticias/mundo-instalou-quase-4-itaipus-de-energia-eolica-no-ano-passado/

Brasil continua  no Top 10 





Impulsionada por melhorias tecnológicas e preços cada vez mais competitivos, a energia eólica continua ganhando espaço no mundo.
Só no ano passado, mais de 54 gigawatts (GW) de energia eólica foram instalados, o equivalente à capacidade de geração de quase quatro usinas hidrelétricas de Itaipu, um aumento de 12% em relação a 2015.
Nesse ritmo, a capacidade total dessa fonte deve chegar a mais de 800 GW em 2021. Os dados são do novo relatório emitido pelo Conselho Global de Energia Eólica (Global GWEC).
Com o incremento do ano passado, nove países já ultrapassaram o marco de 10 GW e 29 a marca de 1 GW.
Segundo o GWEC, o crescimento no setor eólico foi em grande parte impulsionado pelas economias asiáticas, principalmente China, que adicionou 23 GW a sua matriz em 2016.
 Neste ano, a entidade prevê a instalação de mais 60 GW de energia eólica. Para os próximos cinco anos, a expectativa é que o mercado mundial registre um incremento anual de 75 GW, elevando a capacidade instalada acumulada para mais de 800 GW em 2021.
O relatório também prevê que a África vai ter um “grande ano em 2017”, liderada pelo Quênia, África do Sul e Marrocos, enquanto o mercado australiano também ressurgirá com novos projetos.
“Nós estamos em um período de mudança disruptiva, afastando-nos de sistemas de poder centrados em grandes unidades poluentes em direção a mercados cada vez mais dominados por uma gama de fontes de energia renovável amplamente distribuídas”, afirma Steve Sawyer, secretário-geral do GWEC, em comunicado à imprensa.
Veja relatório global aqui...


Veja posição do Brasil








Postado por CO2energia às 5/03/2017 05:03:00 PM
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Como ser um mensageiro confiável sobre mudanças climáticas

Fonte:https://www.greenbiz.com


PESQUISA MOSTRA QUE EUA ESTÃO PREOCUPADOS COM AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS



David Wigder é chefe de insights, desempenho e estratégia de dados na Flipboard, a revista pessoal líder. É um comerciante e um comunicador ambiental




Veja pesquisa completa aqui...


As estimativas da opinião pública são produzidas utilizando um modelo estatístico baseado em dados de inquéritos nacionais recolhidos entre 2008 e 2016 pelo Programa Yale sobre a Comunicação sobre as Alterações Climáticas e pelo Centro George Mason para a Comunicação sobre as Alterações Climáticas. Os seis segmentos das Américas do aquecimento global são determinados usando 36 itens de pesquisa que incluem perguntas sobre crenças de mudança climática, percepções de risco, comportamentos e suporte de políticas. Incluem áreas metropolitanas e micropolitanas, conforme definido pelo U.S. Census Bureau. Para mais detalhes ver métodos e Howe, P., Mildenberger, M., Marlon, J.R., e Leiserowitz, A., "Variação geográfica em opiniões sobre a mudança climática em escalas estaduais e locais nos EUA", Nature Climate Change. DOI: 10.1038 / nclimate2583. E-mail climatechange@yale.edu para mais informações.



Postado por CO2energia às 5/03/2017 12:15:00 PM
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Brasil sobe duas posições no ranking de 

geração de energia eólica


Fonte:http://www.mme.gov.br

Entre 2014 e 2015, Brasil passou para a oitava posição no ranking mundial




Crédito: Portal Brasil


Veja aqui o boletim boletim “Ranking Internacional de Energia "


O Brasil é destaque no ranking mundial de fontes renováveis, ocupando a 8ª posição mundial em geração de energia eólica em 2015.  Para 2016, com geração eólica de 33,5 TWh, a previsão é que o Brasil alcance 7ª posição no ranking, superando o Canadá.  Os dados constam nas edições anuais do boletim “Ranking Internacional de Energia e Socioeconomia – ano base 2014-2015”, do Ministério de Minas e Energia (MME).

O país também se destaca como o 4º maior consumidor de fontes renováveis e o 3º maior em geração hidráulica. Em termos de participação de fontes renováveis na matriz energética, considerando apenas os 63 países com PIB per capita igual ou superior, o Brasil fica na 6ª posição.

Enquanto as 30 economias de menor PIB per capita (3,3 mil US$) têm uma proporção de 52,1% de renováveis na matriz energética, o Brasil (16,0 mil US$) tem 39,4%. Já as economias do bloco da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico ou Econômico (OCDE) (PIB per capita de 38,9 mil US$), têm apenas 9,4% de renováveis na matriz.

O boletim “Ranking Mundial de Energia e Socioeconomia” apresenta o ranking dos 15 primeiros países - de um universo de cerca de 140 - para uma seleção de 38 indicadores, cobrindo as áreas de energia, emissões de CO2, população e economia.
Postado por CO2energia às 5/03/2017 10:20:00 AM
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terça-feira, 2 de maio de 2017

O primeiro padrão global de compras sustentáveis ​​chega ao mercado


Fonte:https://www.greenbiz.com/article/first-global-standard-sustainable-procurement-hits-market


                                                Madeleine Cuff

Madeleine Cuff é repórter sênior para a publicação de negócios sustentáveis do Reino Unido BusinessGreen.

Após quatro anos de desenvolvimento, o primeiro padrão internacional para compras sustentáveis ​​foi lançado na semana passada pela International Standards Organization (ISO).
A ISO 20400 é  a primeira norma do gênero no mundo, que  visa ajudar as empresas a fazerem escolhas melhores de compra ao longo de suas cadeias de suprimento, estabelecendo diretrizes para as empresas julgarem os fornecedores sobre questões éticas e de sustentabilidade.
Jacques Schramm, presidente da ISO / PC 277, o comitê que desenvolveu o padrão, disse que ajudaria as organizações a evitar os riscos financeiros, ambientais e de reputação associados à má gestão da cadeia de suprimentos.
"Os riscos de não entender e gerenciar práticas em toda a cadeia de suprimentos são grandes", disse ele em um comunicado. Na pior das hipóteses, podem ocorrer catástrofes como o  Rana Plaza  em Bangladesh em 2013. A contratação sustentável ajuda a minimizar riscos como estes, incentivando os compradores e fornecedores a trabalhar em estreita colaboração para uma melhor Resultado para all. "
ISO 20400 visa ajudar as empresas a fazer melhores escolhas de compra ao longo de suas cadeias de abastecimento, estabelecendo diretrizes para as empresas a julgar fornecedores sobre questões éticas e de sustentabilidade.
A ISO 20400 possui 38 países participantes e 14 países observadores, representando em conjunto 65% da população mundial, 85% do PIB mundial e 73% das emissões de carbono.
Além das considerações ambientais, ela também leva em conta a sustentabilidade social e econômica ao julgar o que é a compra sustentável.
"Já não é suficiente para as empresas confiarem em fornecedores para fornecer-lhes o que querem, sem perguntas", disse Schramm. "As organizações se beneficiam muito de conhecer seus fornecedores -  entender quais são seus requisitos também  - para garantir que suas demandas não sejam irrealistas e que os fornecedores com quem trabalham tenham boas práticas éticas".
Ao contrário de muitos outros padrões ISO, ISO 20400 é um padrão de orientação e não um padrão de certificação. Como tal, as empresas não podem ser certificadas ISO 20400, e em vez disso o objetivo é construir um consenso global em torno dos termos-chave e as expectativas para a contratação responsável.
A ISO disse que irá complementar a norma ISO 260000 existente sobre responsabilidade social.
Postado por CO2energia às 5/02/2017 12:36:00 AM
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